Capítulo 9

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Fazia tempo que eu não acordava abraçada a alguém, mas agora lá estava eu com a cintura rodeada pelos braços fortes de William.

- Bom dia, princesa. - Disse quando viu que eu também estava acordada.

- Bom dia. - Respondi sorrindo.

Eu não sei bem em qual momento começamos a nos beijar, mas a questão é que estávamos e nesse momento sua mão já estava por dentro da minha camisola apalpando meu seio.

- William... - Gemi baixo, quando ele substitui a mão pela boca e começou a sugar meu mamilo.

Rapidamente ele terminou de tirar minha roupa e logo após tirou as suas também, seu pênis já estava duro e latejando, pronto para me fazer gritar seu nome como uma gata no cio.
Ele colocou a camisinha e voltou para cama, enquanto me beijava começou a acariciar meu clitóris, e em poucos segundos eu já estava totalmente pronta para ele.
Ele me colocou de lado e se deitou atrás de mim, ergueu minha perna esquerda e me penetrou com tudo.

- Gosta de ladinho, safada? - Sussurrou em meu ouvido.

- Gosto.

Eu nunca havia testado aquela posição, mas sem dúvidas entrou para o meu top 3. Ainda mais quando ele começou a lamber meu pescoço.
Seu pau mesmo muito avantajado deslizava com facilidade pelo fato de eu estar extremamente molhada, eu o sentia ir até o fundo, e precisei me controlar para não atingir o orgasmo tão cedo.

- Se libera, amor. Que eu também vou.

E então eu estremeci em um gozo deliciosamente lento, e ele também não resistiu ao sentir minha intimidade se contraindo envolta de seu membro.

- Por que tudo com você tem que ser tão incrível? - Era para ter sido uma pergunta retórica, só na minha mente, mas acabei falando em voz alta.

- Não sou eu, é nós dois juntos. Só falta você perceber isso para que me aceite de uma vez por todas.

- Como, William? Como vou me relacionar com você sabendo que acaba de transar comigo e sai para fazer sexo com outras? - Falei já me levantando a fim de me vestir.

- Eu paro.

- O que? - Perguntei surpresa o encarando.

- Se o que te impede de ficar comigo é minha profissão, eu paro. É só me pedir.

- Jamais te pediria algo assim, não posso controlar sua vida e suas decisões.

- Eu vou ir, Maite. Mas eu vou voltar.

Antes de partir ele meu deu um selinho, e eu fiquei sem entender nada.

O prostituto do meu exOnde histórias criam vida. Descubra agora