Christian
O vestiário sempre era fodidamente alto, mas depois de uma vitória como esta noite, podemos muito bem ter estado no meio de uma festa louca. Eu não podia ouvir o cara ao meu lado. Nós tínhamos esmagado eles. Corremos a pontuação, e eu não dei uma merda.
Eu tinha provado um ponto esta noite. Os Warriors precisavam de mim, não importava qual fosse a minha imagem. Eles poderiam se foder.
— Grey, saindo para tomar um drinque conosco?
Olhei para o novato. Ele tinha feito seu trabalho. Quando chegou a hora da embreagem, Ethan tinha sido sólido.
O vestiário já cheirava a uma puta cervejaria. Eu pensei em pegar algumas cervejas com os caras, e então eu pensei em tropeçar em casa sozinho. Eu entraria no rancho. Sombrio. Frio. Vazio.
Eu poderia fazer o que eu costumava fazer depois de um jogo.Encontrar um pedaço de bunda que queria me foder. Uma garota que sabia que eu não a chamaria amanhã. Uma garota que queria pegar suas garras em mim enquanto eu colocasse meu pau dentro dela.
Mas eu não queria isso.
—Talvez eu o veja lá fora.
Eu sabia que não ia a um bar. Eu não ia ligar. Eu não estava levando uma estranha para casa. Havia apenas uma pessoa com quem queria passar essa noite.
—Vou enviar uma mensagem para você.— ofereceu Ethan.
Eu balancei a cabeça. —Sim.
Eu não me importei que meu corpo estivesse dolorido e ferido. Eu não me importava amanhã era um dia de descanso. Passaram-se quatro dias desde que eu vira Anastasia, e isso demorou quatro dias.
Peguei minha bolsa e saí do túnel. Eu tinha imprensa para fazer, mas assim que eu acabar estarei indo para o aeroporto.
***
Estava escuro no momento em que puxei para o caminho ventoso. Eu olhei em volta esperando ver um portão de guarda, mas eu tinha que me lembrar que era Nashville. Eu estava no campo. Nem todo mundo tinha o tipo de acesso que eu tinha para rastrear o endereço de Anastasia.
Eu esperava que ela tivesse pelo menos um sistema de segurança. Ela precisava ter cuidado. Havia fãs loucos lá fora. Pessoas que podem aparecer aqui. Eu precisava falar com ela sobre a adição de algum nível de segurança.
Subi os largos degraus, notando o balanço na varanda envolvente. Apertei o botão da campainha. Pequenas chamas cintilavam em lâmpadas a gás na varanda. O lugar tinha a quantidade certa de charme, mas eu poderia definitivamente dizer que uma mulher vivia aqui. Eu nunca teria um balanço ou lâmpadas de cobre.
A porta se quebrou ligeiramente e então eu ouvi um guincho antes que se abrisse.
—O que você está fazendo aqui?
Eu a peguei em meus braços. —Uma visita surpresa.
Minha boca cobriu a dela com fome de seus lábios. Eu rosnei, sugando-os e segurando-a perto de meu corpo. Seus lábios se separaram quando minha língua se contorceu ao longo dela com golpes dominantes.
Suas pernas enroladas em torno da minha cintura e eu pressionei-a na parede mais próxima, moendo-a.
—Oh, Deus, esta é a melhor surpresa.— ela sussurrou entre beijos.
—Eu pensei assim.— Eu mergulhei ao V na base de sua garganta.
Ela estava usando shorts que subiam pelas curvas de seu traseiro. Meus dedos escavaram em sua pele.
—Eu não posso acreditar que você está aqui. Acabei de te ver na TV.
—Você assistiu ao jogo?
Ela assentiu com a cabeça. —Até o final.— ela gemeu quando meus dentes tomaram seu lóbulo da orelha com uma mordida áspera.
—Cada virada...— ela gemeu.
—Continue falando futebol para mim, querida.
—Os touchdowns. Adorei os touchdowns.
—Foda-se, diga touchdown novamente.
—Touchdown.— Sua voz estava atada com sedutora grossura.
Muito fodidamente quente.
—Eu estava feliz que você ganhou.
—Eu também.
Eu tinha que tirá-la dessas roupas. Eu tinha que senti-la. Prova-la. Tocar nela. Fodê-la sem sentido. Meu pau endureceu. Eu queria estar
dentro desta garota mais do que eu queria qualquer coisa.
—Você quer que eu adivinhe onde está sua cama?— Eu perguntei, apertando seu fundo com urgência. —Ou eu deveria te foder aqui?
Ela aspirou o ar. Deus, ela estava tão suja. Tão excitada. Porra, perfeita. Ela estava pensando no que eu era. A cama era muitos passos para caminhar. Eu me virei e a depositei em uma mesa redonda no vestíbulo, segurando a faixa daqueles shorts minúsculos.
Eu os arrastei pelos quadris e pelas coxas. Suas mãos envolveram meu pescoço, me atraindo de volta aos lábios.
—Foda-me aqui— ela implorou.
—Oh, eu vou, querida. Eu só estava pedindo para ser educado.—Eu sorri loucamente.
Eu deslizei sua calcinha para o lado o suficiente para empurrar meus dedos dentro de sua entrada de imersão. Eu rosnei. Porra.
Ela choramingou quando eu os retirei e peguei um preservativo no bolso traseiro. Eu colocaria um lá, logo que eu fiz minha mala no rancho, antecipando este momento exato. Eu derramei os jeans, e empurrei minhas cuecas de boxer para meus tornozelos. Anastasia suspirou ao ver meu pau balançando junto com minha dor latejante. Eu rolei o preservativo. Eu não tinha esquecido o que eu prometi a ela. Um dia eu estava fazendo isso sem uma dessas malditas coisas.
Eu puxei a camiseta sobre sua cabeça, sorrindo para seus peitos alegres. Eu lambi cada um enquanto eu aninhava meu pau entre minhas pernas e com um impulso sólido eu enterrei-me dentro dela.
Seus calcanhares cavaram em minha bunda quando ela gritou para fora. Eu coloquei minhas palmas sobre a mesa, dirigindo para ela novamente. Essa garota tinha nirvana dentro dela porra. Ela estava apertada. Estava molhada. Ela estava mais quente do que uma fogueira.
Ela parecia mais sexy do que foder com os farrapos de sua calcinha agarrada aos quadris enquanto meu pênis pulsava dentro e fora dela.
—Você é linda, querida.— Eu embalei seu rosto, sugando um beijo de seus lábios.
—Oh Deus. Você não sabe o que me faz, Christian.
Eu empurrei profundamente dentro dela. —Eu acho que sim.—Apertei um mamilo entre meus dedos e torci um pouco até que ela gritou. —É o que você faz comigo.
—Ahh, por favor. Eu quero mais.
Minha coluna vertebral apertou apreendida. Eu estava pronto para vir. Pronto para foder com ela.
Eu a peguei, ela envolveu seu corpo ao meu redor. Beijei-a, inalando-a, devorando-a, perambulando pelos corredores. Parando a cada poucos passos para bater nela com a parede e o meu pau.
—Oh, porra, Christian.— Suas mãos estendiam-se em rapidez convulsiva. Eu bombei algumas vezes, sabendo que eu estava atingindo meu pico, antes de eu descascasse dela fora da parede e deu mais alguns passos.
Eu não tinha idéia de onde eu estava na casa. Nós não estávamos falando. Nós estávamos fodendo. Eu queria pegar meu pau dentro de sua vagina. Eu queria que ela soubesse que Christian Grey não viaja mil milhas só para qualquer uma. Ele não fazia merda assim.
Eu estava aqui porque eu a queria
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AVESSO
FanfictionEla poderia me salvar. E eu poderia destruí-la. Essa história não é minha. É uma adaptação!!
