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Priscila

- Tua mulher vai te buscar no aeroporto? - Escutei Thaisa e neguei, Gattaz não tinha falado nada sobre ir me buscar ali, mas eu também não ia reclamar seria até bom e eu não ia precisar esperar tanto tempo para beijar ela.
- Ela não é minha mulher, e não eu não sei se ela vai vir me buscar. - Comentei e ela deu um sorrisinho me olhando enquanto a gente desembarcava.
- Ainda né, em alguns dias talvez essa não seja a resposta certa. - Falou e eu ignorei mesmo sabendo que ela estava certa, a gente já estava nesse rolo a um tempo e eu mesma já tinha parado com minhas saídas já que não fazia mais sentido era ela que eu estava querendo. Caminhei saindo pelo lugar ao lado das meninas do time e Thaisa estava ao meu lado durante todo o tempo me estressando, já não estava aguentando mais compartilhar do mesmo ambiente que ela. - Olha lá se não é a tua mulher te esperando. - Disse ela e eu virei meu rosto encarando o lugar onde ela estava apontando e eu sorri assim que percebi a mulher sentadinha ali me esperando. - Depois desse sorriso eu não falo mais nada, vou ficar quietinha no meu canto. - Falou e eu nem me dei o trabalho de responder, apenas segui até a mulher que sorriu assim que percebeu nossa presença ali.
- Oi gente. - Falou e Thaisa passou por mim indo abraçar a Gattaz antes que eu pudesse me aproximar mais dela.
- Ei Gattaz não acredito que você veio me buscar, obrigada mesmo não precisava. - Disse ela fazendo graça já que sabia que a mulher estava ali para me buscar, encarei ela e fiz uma careta negando.
- Ela não veio buscar você Thaisa, se não fosse por mim ela nem estaria aqui. - Falei e ela se soltou sorrindo e me olhou antes de negar e voltar a encarar Gattaz.
- Tem certeza que você quer isso para a sua vida, ela é bem ciumenta e também se acha um pouquinho. - Não deixei Gattaz responder e deixei um tapa em seu braço antes de afastar a mais velha de perto dela.
- Oi Carol. - Falei e ela sorriu e eu puxei a mulher para um abraço e deixei um beijo em seu rosto.
- Oi Pri. - Disse ela após a gente se afastar.
- Aí gente, chega eu não quero ficar vendo essa interação toda gay na minha frente. - Comentou Thaisa chamando nossa atenção, disse isso e se virou já seguindo seu caminho deixando a gente ali sozinhas.
- Vamos lá preciso chegar em casa logo. - Falei e ela concordou e então saímos caminhando lado a lado em direção ao estacionamento onde estava seu carro, Gattaz abriu a porta para eu entrar e fez a volta assumindo o comando da direção.
- Parabéns pela vitória, vocês jogaram muito bem ontem. - Falou e eu sorri me aproximando para trocarmos um pequeno selinho.
- Obrigada, a gente tá fazendo o que pode sem a nossa capitã. - Comentei e ela deu um sorrisinho meio tímido antes de iniciar nosso caminho para o apartamento dela.
- Sinto falta de estar em quadra, mas mesmo não estando em quadra com vocês sempre vou estar aqui torcendo por vocês. - Falou enquanto dirigia, Gattaz já era um pedaço de mal caminho, mas dirigindo ficava ainda mais gostosa, como que pode isso gente. Neguei e desviei meu olhar dela e encarei a rua observando a movimentação ao nosso redor.
- Que foi? - Perguntou e eu fui obrigada a olhar para ela de novo, não que eu não quisesse olhar para a mulher era uma bela vista, mas já estava me deixando bem perdidinha.
- Nada só coisa da minha cabeça. - Falei mudando de assunto e ela levou sua mão até minha coxa fazendo um carinho inocente, se ela soubesse a vontade que eu estou dela, a mulher não faria isso comigo. Passamos o caminho todo com ela assim e eu em silêncio, quase agradeci quando chegamos em seu apartamento.
- Você está silenciosa hoje, tá tudo bem? - Perguntou entrando ao meu lado no elevador e se aproximou me dando um beijo no canto da boca deixando minha mala de lado.
- Estou bem, só quero me deitar um pouco e descansar. - Comentei e ela levou suas mãos até minha cintura e me puxou para mais perto dela, me olhou sorrindo e me deu um selinho.
- Pode deixar que eu vou cuidar direitinho de você, vamos deitar um pouquinho quando chegarmos. - Disse ela me abraçando e deu um beijinho em meu pescoço, veia safada já tava começando as suas provocações. Saímos do elevador de mãos dadas e ela levava minha mala, abri a porta do apartamento e entrei já indo direto para o quarto e me joguei na cama dela que estava sendo a minha cama também. Escutei a risada dela entrando no quarto, virei meu rosto e encarei ela que me olhava com seu sorriso no rosto encarando meu corpo. - Vou deixar sua mala aqui, precisa que eu desfaça ela? - Perguntou e eu neguei, eu podia resolver isso depois, agora realmente só ia me trocar e deitar um pouquinho.
- Deixa que eu resolvo isso depois, mas primeiro vou me trocar. - Falei e ela concordou se aproximando de onde eu estava na cama e se sentou ali do lado e sorriu se abaixando e me deu um selinho e já estava se afastando, mas eu fui mais rápida e segurei seu rosto aprofundando o beijo e logo ela já estava deitada ao meu lado enquanto a gente trocava alguns beijos. Senti o calor da sua mão em meu quadril por baixo da minha blusa e ela quebrou o beijo pela falta de ar, mas aproveitou para distribuir alguns beijos em meu rosto e desceu para o meu pescoço. Sua mão continuou subindo por meu corpo e logo ela voltou segurando a bainha da minha camisa e subiu para retirar ela do meu corpo. Gattaz se afastou e eu levantei meu tronco dando total liberdade para ela tirar minha roupa. A mulher me olhou e sorriu antes de descer seu olhar por meu corpo parando em meus seios onde ela subiu sua mão por meu corpo e se abaixou dando um beijo ali antes de sorrir e voltar a me beijar novamente. Senti ela descer sua mão e abrir minha calça antes de voltar com sua mão até meu peito onde ela prontamente sem problema algum agarrou meu peito já iniciando uma nova trilha de beijos, a mulher estava com sua boca a pouquíssima distância do meu seio quando meu celular tocou ao meu lado. Gattaz fez menção de se afastar e eu levei minha mão até seu rosto mantendo ela ali, tava bom demais para ela parar agora.
- Deixa tocar não deve ser nada demais. - Falei e ela deu uma risadinha mas não se afastou e continuou seu trabalho ali, mas a pessoa incoveniente não parecia estar querendo deixar a gente em paz, dei um tapinha em seu ombro e ela me olhou. - Preciso ver o que é. - Comentei e ela se afastou me dando espaço para me virar e atender a ligação. - Oi. - Falei já estressada.
- Oi Priscila, que demora toda é essa para me atender? - Perguntou Thaisa e eu encarei Gattaz que estava brincando com sua mão no cós da minha calça.
- Thaisa eu acabei de chegar em casa, tem como me deixar um pouco em paz? - Perguntei e Gattaz começou a rir ao meu lado e então me deu um selinho antes de se levantar e sair do quarto me deixando ali sozinha, já vi que infelizmente Thaisa tinha acabado com nossa momento. Me sentei na cama e larguei o celular em minha perna e coloquei minha camisa de volta. - Fala Thaisa, pode falar o que você quiser. - Falei e me deitei ali para ver o que ela queria.

















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