Capítulo 11

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O sol da manhã que invadia a sala sem qualquer cerimônia, fotografava o casal que tinha um sono profundo e calmo, no sofá que foi cenário de uma declaração da noite passada... 

Irene incomodada com a claridade, não resetou em esconder o rosto no peito dele na intenção de sessar o desconforto, fazendo Antônio abraçar sua cintura acomodando ela melhor em seus braços. 

Depois de alguns minutos Irene levanta de supetão assustada se enrolando em seu robe rapidamente.

— Antônio, Antônio acorda! - Sussurrava baixinho dando tapinhas em seu rosto.

— Oque e isso Irene, eu não to desmaiado só estou dormindo. - Antônio se sentou confuso direcionado seu olhar a ela e logo abrindo um sorriso largo pela imagem amanhecida dela a sua frente.

— A Solange! Acho que a Solange viu a gente pelados aqui na sala.

— Puta merda Irene, porque você não disse que tava com visita em casa!! - Antônio vestia sua camisa com rapidez

— Que visita Antônio! E minha funcionária louco.- Disse ainda em tom de sussurro.

— Pera aí, que dia é hoje?

— Domingo

— Ah... hoje é folga dela. - Ela coçou a cabeça de forma confusa.

— Pelo visto o louco não sou eu. 

— Realmente...- respondeu com uma risada

— Então vou fazer o café da manhã pra nós dois.

— Sabe cozinhar Antônio? - Olhou surpreso pra ele

— Você quem vai dizer, vem... Ah! mais antes eu posso tomar um banho no seu banheiro?

— E lógico meu amor! pode ir, tem toalha limpa no armário e escova de dente nova, se não tiver pode usar a minha, não tem problema.

— Tá bom, não demoro...- Ele dar um selinho nela e sobe.

Antônio saiu do banho com a toalha na cintura vendo Irene ali.

— Olha aqui! achei uma camisa limpa pra você vestir! - Ela estendeu a gola polo preta dobrada na direção dele.

— De quem é essa camisa Irene? - olhou desconfiado pra ela

— Era do... - Ela disse a última palavra baixa e de forma embaraçosa para que ele não entendesse.

— Ãm? Não ouvi.

— Do Cássio. Anda, veste Antônio! - Disse ela de forma autoritária já sabendo como ele reagiria.

— Ah mais eu não vou vestir mesmo, pode ir tirando teu cavalinho da chuva. -Ele negava com a cabeça

— Veste agora Antônio, sua camisa está sem condições de uso. Eu tô mandando não estou pedindo.

— Aê? E desde quando você manda em mim senhora Beaumont? - Cruzou os braços.

— Já faz um tempo Senhor La Selva. Veste sem show, anda!

Ele puxa a camisa da mão dela irritado por ter cedido. Logo depois puxando ela pela cintura pra perto do seu corpo.

— Há que ponto eu cheguei da minha vida... Sendo mandado por uma mulher de um metro e sessenta.

Ele passeava os lábios por seu pescoço fazendo ela sentir o arrepio frequente de quando ele se aproximava dela...

— Pra você ver meu filho, nem sempre é como a gente espera... Antônio faz um favor de me largar porquê se não, não vai ter café nem almoço que me tire desse quarto hoje...

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