"Camila e Beatriz são melhores amigas e sonham em fazer a vida em Barcelona, elas são aceitas para trabalhar no CT do FCB, vão embarcar em uma aventura de descobertas sobre a vida pessoal e sobre seus novos sentimentos por dois jovens adultos um tan...
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O primeiro tempo havia acabado. Os jogadores estavam no vestiário preparando estratégias para não perderem o controle do jogo.
O jogo estava 1 x 0 para o Barça com o gol do Gundogan, mas o Arsenal não iria deixar barato. Será que eu aproveito o intervalo para falar com o Martinelli!? Ou seria uma péssima ideia?
Martinelli e eu tivemos uma história juntos no passado, mas não deu certo, talvez porque somos muito diferentes e temos algumas opiniões contrárias. Mas tirando esse lance das nossas opiniões ele é um cara legal. Ele faz parte do nosso grupinho brasileiro, não podíamos deixar passar e não falar com ele.
- Bea! - eu a chamo. - Ver o Martinelli!? - eu solto a proposta e ela acena com a cabeça me olhando.
- Meninas, nós vamos dar uma falada com o Martinelli, vocês esperam a gente aqui certo!?
- A gente não vai sair daqui. - Sira fala simpática.
Bea e eu descemos a pequena escada e fomos em direção ao túnel que levava aos vestiários. Como nós tinhamos o crachá era bem mais prático entrar nos locais privados sem sermos barradas.
Os vestiários ficavam próximos um do outro, todos passavam pelo mesmo túnel para chegar ao campo. Isso em um jogo de pura rivalidade seria um caos.
Encontramos Martinelli saindo da porta do vestiário, ele sorriu a nos ver. Se aproximou de nós e nos deu um abraço e um beijo na bochecha.
Sinto os flashs nas minhas costas. Tenho bastante coisa para lidar e processar assim que eu colocar os pés para fora desse campo.
- Nossaaa, que saudade de vocês meninas!!! - ele fala se afastando do abraço.
- Pois é, faz um tempo né!? Como você está!? E os meninos!? - eu pergunto.
- Então, eu ando viajando muito com o time do Arsenal, quase não paro em casa. - ele fala. - Ando falando mais só com os menino - uma pessoa o corta.
- Aí se não são as minas mais lindas do Brasil. - fala Gabriel Jesus. - Bem... não mais do Brasil, né!?
Escuto uma risada vindo de trás do jogador. Ótimo. Outro mala.
- E aí!? Cadê os namoradinhos de vocês? A gente vai bater um papinho com eles antes do segundo tempo, né não!? - Gabriel Magalhães é quem pergunta para seus companheiros de time brasileiros.
- Vocês não estão nem loucos de fazerem isso. - eu falo rindo.
Quando termino minha fala observo os jogadores do Barcelona saindo do vestiário. Eu sabia que eles iam passar por nós em direção ao túnel.
Avistei Gavi sair do cômodo junto a Pedri. Quando seus olhos me encontraram ele sorriu e logo percebeu que não era atrás dele que eu tinha ido. Ele fechou a cara e se aproximou de nós parando.