"Camila e Beatriz são melhores amigas e sonham em fazer a vida em Barcelona, elas são aceitas para trabalhar no CT do FCB, vão embarcar em uma aventura de descobertas sobre a vida pessoal e sobre seus novos sentimentos por dois jovens adultos um tan...
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Recebi a mensagem da Bea, ótimo. Teria que ir para casa sozinha ou arrumar algum jeito para ir. Se isso foi uma emboscada entre ela e Pedri para me fazer ir e passar um tempo com o Gavira, eles estão muito enganados. Vou a pé, mas eu não entro no carro com ele. Mas se eu entrasse foi por conta da necessidade da situação, não me julguem por isso.
Não tô com saco pra aturar ele hoje, não só hoje aliás, mas ele tem razão em uns pontos. Não tem porque eu ficar com raiva dele só por causa daquilo né? Eu tento parar de implicar com ele, mas parece que ele gosta de me ver brava, me tira do sério.
Nem precisava de bola de cristal para saber quem batia em minha porta. É claro que só podia ser uma pessoa.
- Fala Gavira. - eu respondi abrindo a porta.
E então... Não era o Gavi. Um jogador que parece não estar muito bem fisicamente, me pergunta se Bea estava na sala comigo. Digo que ela está no horário de almoço e que logo voltaria, mas se ele estivesse com muita dor e fosse muito urgente, a chamaria para voltar imediatamente.
Pediu que a chamasse, disse ele que estava a beira de um precipício e estava vendo a luz no fim do túnel. Ok, isso não é bom, ou ele é tão dramático quanto eu.
Chamei Bea que como previa tinha chegado em casa. Mas que daria meia volta pro CT pra prestar um atendimento.
Ele estava acompanhado por mais dois jogadores, e se sustentava pelos ombros deles. Avisei que a sala de Bea estava desocupada e que eles poderiam aguardar lá.
Logo voltei para dentro da minha sala, arrumei minha bolsa e tratei de chamar um Uber, não iria pra casa a pé, a não ser que eu quisesse correr uma maratona. Mas, logo outra pessoa bate em minha porta.
- Que inferno, nem almoçar eu posso mais! - digo já revoltada e indo abrir a porta.
- Claro que é você. Eu não poderia estar mais feliz. - falo com um sorriso falso.
- Sério!?? - Gavi me questiona sorrindo esperançoso.
- Não. - digo seca e vendo seu brilho sumir.
- Assim você me machuca, estressadinha. - ele faz uma cara falsa de tristeza.
- Porra nenhuma, para de ser falso e me deixa ir pra casa, ou eu vou acabar te matando!! - exclamo quase surtando.
- Você só pode tá com fome, não fica estressada assim por outra coisa. - ele fala me surpreendendo. - Não é atoa que ficou puta por que roubei seu lanche.