"Camila e Beatriz são melhores amigas e sonham em fazer a vida em Barcelona, elas são aceitas para trabalhar no CT do FCB, vão embarcar em uma aventura de descobertas sobre a vida pessoal e sobre seus novos sentimentos por dois jovens adultos um tan...
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- O que aconteceu? - Gavi me pergunta se levantando de onde estava sentado, vindo na minha direção.
Eu respiro fundo e tento abrir a porta de novo. Mas adivinha só... trancada. O que é isso aqui? Ô vida, eu sou brasileira já sofri demais, eu não saí do Brasil para sofrer em dobro, tenha dó da sua querida.
- A porra da porra não está abrindo. E agora??? - começo a me desesperar.
- Você pode não estar abrindo direito. - ele fala me tirando de frente da porta e tentando abrir.
- Como é que é? Tá me chamando de burra? - eu o acuso.
- Não tire palavras da minha boca, tampinha. Eu não falei isso. - ele diz.
E olho para os lados e não tem outra porta de saída, muito menos uma janela. Eu vou passar mal aqui dentro, pode ter certeza.
- Pior que meu celular tá sem bateria. - ele fala. - E o seu?
- Sem área! Merda! - eu solto irritada.
- Revoltadinha, se acalma e respira, não tem como ficar pior. - ele fala.
Me fala, o Gavi tem uma boca de praga desgraçada. Porque no exato momento em que ele diz isso, a luz do vestiário apaga.
- Pablo! Que droga! - eu solto com as mãos no cabelo não acreditando na cena.
- Não foi minha intenção, eu juro! - ele jura.
Acendo a lanterna do meu celular, isso não pode ficar assim, eu tenho que sair daqui. E se ninguém nos achar!?? Vamos ter que passar a noite aqui!? Sem chance.
- O que acha que foi? Uma queda de energia? - eu questiono.
- Que horas são no seu celular? - ele me pergunta.
Eu olho o celular em minha mão, puta merda. Como foi que o tempo passou voando?
- Quanto tempo a gente passou naquela entrevista!? - eu pergunto para ele.
- E eu sei lá. Você que tava entrevistando, deveria saber mais que eu. - ele diz.
Ok, ele não precisa saber que eu fiquei a entrevista inteira hipnotizada por sua voz roca e como ele ficava 3x mais lindo sorrindo dessa jeito e que só talvez, tenha me afetado um pouco.
- Ok, não tem como eles terem ido embora por causa do jogo. Vamos gritar até alguém aparecer! - tenho a brilhante idéia, mas vocês vão ver que não foi tão brilhante assim.
- SOCORRO!!! PEDRI! FERRAN! RAPHINHA ME AJUDA, OU EU VOU FALAR PRO SEU AMANTE PAQUETÁ QUE VOCÊ TÁ TRAINDO ELE! - tento ter contato com Raphinha.
- Que merda você tá falando? Para de gritar não vai resolver nada, o vestiário é a prova de som. - ele me comunica acabando com minha idéia brilhante.