Lila Howard tinha uma vida perfeita com a sua família, até o acidente acontecer e as custas disso a família morreu e ela ficou doente. Para um novo recomeço a família walter acolhe a junto com a irmã Jackie.
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(Lila a narrar)
O quarto encheu-se de silêncios pesados e sorrisos tristes. As despedidas começaram cedo naquele dia, cada uma mais difícil do que a anterior. Estava fraca, quase sem forças para falar, mas queria vê-los... todos eles... uma última vez.
A família Walter foi a primeira a entrar. A Kath apertou-me a mão, os olhos cheios de lágrimas, e sussurrou que eu era como uma filha para ela. O George mal conseguiu falar, mas o seu olhar dizia tudo. Depois veio o Jordan, sempre calado, mas com um abraço apertado que me fez sentir segura por um instante. O Cole tentou sorrir, como se quisesse esconder a dor, mas os olhos dele não mentiam. O Alex deixou-me um livro para me lembrar dele, e eu abracei-o com o pouco que me restava. O Lee, o Will, o Nathan, a Parker e o Benny vieram juntos, num silêncio respeitoso, mas senti o carinho deles em cada gesto, em cada lágrima que escorria em silêncio.
O George, sempre forte, agora quebrado, ajoelhou-se ao lado da cama e chorou em silêncio. A Katherine passou-me os dedos pelo cabelo com ternura, e disse-me que estava orgulhosa da rapariga em que me tornei.
A Jackie... a minha irmã... foi quem mais me custou ver. Ela deitou-se a meu lado na cama por uns minutos, como quando éramos pequenas. Disse-me que me amava e que nunca iria deixar que me esquecessem. Eu só consegui sussurrar: também te amo, mana...
E por fim, o Isaac.
Ele entrou sem dizer nada. Sentou-se ao meu lado, agarrou-me a mão. Os olhos dele estavam vermelhos, mas tentava não chorar, só para não me mostrar a dor que eu já sabia que existia.
– Não precisas dizer nada... – murmurei.
– Eu amo-te, Lila. – respondeu, com a voz embargada.
Sorri o melhor que consegui, e fechei os olhos por um momento. Ali, com ele ao meu lado, sentia-me em paz.
(Narrador)
Deitada na cama do hospital, Lila exibia sinais evidentes da sua longa e dura batalha contra a enfermidade. O rosto, pálido, refletia a intensidade da luta, enquanto as marcas de preocupação contornavam a sua expressão frágil. Os tubos e monitores ao redor contavam uma história de esperança, de luta e de entrega, mas também mostravam a gravidade da situação que se aproximava do fim.
O quarto, antes cheio de visitas, estava agora silencioso. A luz do fim de tarde entrava pela janela, suave, dourada, como se o céu quisesse abraçá-la uma última vez.
Com um suspiro final, sereno, quase imperceptível, Lila fechou suavemente os olhos. O ambiente mergulhou numa calma profunda, enquanto os monitores ao seu lado silenciavam, um a um.
Isaac, ao vê-la imóvel, deixou-se cair sobre a cama. As lágrimas escorriam-lhe pelo rosto, soltas, inconsoláveis. Segurou a mão agora fria da rapariga que tanto amava, os soluços a ecoarem no quarto vazio.
Cada lágrima que caía contava a história de um amor verdadeiro. Um amor que lutou contra tudo, mas que agora enfrentava, com dignidade e dor, a despedida inevitável.
Isaac apertou-lhe a mão com força, como se quisesse segurá-la mais um pouco, como se pudesse impedir o tempo de avançar. Mas sabia que ela já tinha partido.
E no silêncio daquele quarto, ficou apenas o eco de um amor eterno.
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Custou me muito escrever isto.
Muito obrigada a todos/as que acompanharam a fanfic, espero que tenham gostado.
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Se quiserem um capitulo bônus comentem e vou pensar em fazer.
Não se esqueçam de votar e comentário. Até uma próxima fanfic.