Capítulo 5 - Realeza

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Porque o fio vermelho pode se enrolar, mas nunca quebrar, e não importa o quão longe estivermos, vamos nos encontrar, sempre.

👑(Realeza Amaldiçoada)👑

— Cadê o meu irmão? — Invadiu a mansão principal, os empregados o olharam assustados

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— Cadê o meu irmão? — Invadiu a mansão principal, os empregados o olharam assustados. Não era comum o príncipe das cerejeiras ter um semblante tão sério.

— Sua majestade está no escritório. — Respondeu uma moça em seus vinte e poucos anos, ela era alta e tinha longos cabelos loiros cacheados, a pele morena jambo e olhos caramelados, e foi a única com coragem o suficiente para falar.

— Obrigado. — Sorriu pequeno e se dirigiu até o escritório. Abriu a porta de supetão, sendo encarado pelos olhos avermelhados de imediato.

— Perdeu o juízo? 

O homem alto e escultural ergueu os olhos vermelhos para o irmãos mais novo, seus lábios contraídos em uma linha fina de desgosto, odiava receber visitas quando estava trabalhando.

— Nunca tive — Desdenhou. Viu as linhas de expressão do irmão mais velho se contraíram, atordoado por suas ações.

— Yuuji, não estou com ânimo para suas pirraças, então se não for importante, saia. O informante chegou antes e me informou como tudo foi bem na conferência, você fez bem. — Era um claro sinal para o rosado sair e ir se ocupar com alguma coisa.

Yuuji bateu o pé e cruzou os braços, ergueu o queixo e encarou profundamente o mais velho. Sukuna estranhou ainda mais, por mais antipático que Yuuji fosse, ele sabia seus limites e quando não incomodar.

O analisou, o rosto estava sério, o que era raro para alguém tão radiante quanto seu irmãozinho mais novo. 

— Você é tão idiota! — Exclamou. Uma veia saltou na testa de Sukuna. Concluiu que ele só parecia sério mesmo, queria fazer birra novamente.

Como um irmão ocupado, Sukuna sempre deixou que Yuuji fizesse o que quisesse, deixando-o um pouco mimado e birrento por consequência. Mas sua paciência tinha limites.

— Yuuji, só vou falar mais uma vez, sa....

— Megumi Fushiguro. — Interrompeu. Sukuna o encarou intrigado, os olhos vermelhos semicerraram perigosamente. — Você conhece esse nome, não conhece? 

— ... — Se recostou na cadeira e suspirou. Seu silêncio foi uma resposta clara para Yuuji, que arregalou os olhos, encaixando as peças.

— Eu o conheci durante a conferência. Eu achei que você só queria irritar aqueles velhos mandando uma comitiva e não indo pessoalmente. — riu com sarcasmo, andando de um lado para o outro. — Agora eu percebo, em parte foi para não encontrar com ele, há!

— Yuuji, é melhor não trazer essa história à tona. — Avisou com muito cuidado. Se fosse sobre outra coisa, Yuuji até poderia se barrar e não falar mais nada, porém esse assunto era uma bola de neve que precisava ser derretida.

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