Notas Inicias:
Aviso aos leitores: *Ministério da Saúde Mental Alerta: A autora não é responsável por qualquer dano psicológico desenvolvido durante essa fanfic. Se persistirem um sintomas, um psicólogo deverá ser consultado.*
(Pelo SUS!! Não vou pagar nada!)
Beijos, e boa sorte... oh, boa leitura!
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Does she know that we bleed the same?
(Será que ela sabe que nós sangramos da mesma forma?)
Don't wanna cry but I break that way
(Não quero chorar, mas me quebro mesmo assim)
Where's my love - SYML
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Mandou a mensagem para o ioiô dela havia poucos minutos. Em instantes, Ladybug estaria ali com ele.
Chat inspirou fundo.
Do alto do telhado, debaixo das estrelas, o herói admirou o céu. Milhares e milhares de diamantes na escuridão.
Apesar de lindo, era uma daquelas raras noites em que não havia lua.
Chat Noir queria saber onde ela estava. Estaria o astro se escondendo dele? Ela também o temia como ele próprio?
Fechou os olhos e expirou devagar. Tentando extinguir as horríveis imagens que vieram em sua cabeça. Não as aceitaria, não ali, naquela momentânea calmaria, sentindo o vento noturno lhe acariciar os cabelos.
Era, de fato, uma bela noite. E queria absorver o máximo de detalhes que pudesse.
— Gatinho! — Não a ouviu chegar. Os movimentos dela a tornavam tão silenciosa, que Chat Noir só a notou quando a heroína o tomou em seus braços. — O que houve? Onde você esteve?
Ela havia percebido sua ausência, claro. Não participar das rondas diárias ao pôr do sol fora um sinal claro e direto.
— Oi, Bugaboo. Senti sua falta. — A rodeou com seus braços. Precisando mais daquele contato do que gostaria de admitir.
— Então por que sumiu? Temi que tivesse acontecido algo com você! — Ela perguntou, parecendo indignada, o afastando de si e olhando em seus olhos.
Chat sentiu a respiração falhar, à medida que seu coração acelerava. A encarou de volta.
— É que algo aconteceu, Ladybug.
Viu o exato momento em que a postura dela mudou. Pelo que conhecia da heroína, ela já devia estar tentando encontrar uma solução em sua cabeça, mesmo que nem tivesse conhecimento ainda do que era o problema.
— Chat, me conta, o que houve? — Suplicou, já puxando a mão dele para a sua.
Teve que se controlar para não puxar a mão de volta. Para nem chegar perto dela com aquele perigo, que era seu toque.
Ele então a puxou para a beira do telhado, onde os dois se sentaram para conversar.
— Lembra da última akumatização do Gabriel Agreste? Quando ele virou Terror Noturno? — Disse após alguns segundos, olhando para o horizonte. As luzes da cidade estavam todas acesas, concebendo um lindo cenário.
— Sim, eu lembro. — Ela respondeu, parecendo reflexiva. — Não pude estar lá com vocês naquela noite, mas o capturaram sem mim.
— Exato, você não estava lá. — Mordeu o lábio antes de continuar, forçando sua voz para continuar estável. — E não a estou culpando, entenda. Mas, por não ter estado lá, não pode consertar o pesadelo que ele me deu. — Abriu um sorriso triste. — E foi o pior dos pesadelos, M'lady. — Sua voz saiu mais quebrada do que gostaria, percebeu pelo arquejo feminino assustado ao seu lado.
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Ausência
Fan-FictionAté onde você iria pelo amor? Há pessoas que dizem que fariam qualquer coisa. Alguns matam, enquanto outros morrem por ele. Mas, e se às vezes, a melhor coisa a se fazer, seja se ausentar por ele? Para mantê-lo seguro. Vivo. Para manter ela viva, s...
