11 - Desunião

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Notas Iniciais:

To com saudade de Adrinette. Na verdade, de MariChat, mas como é impossível isso aqui, a gente se contenta com o que tem.

"Ai, que saudades do Chat! Autora, trás o Chat de volta. Queremos o Chat Noir!" Gente kkk pq vocês acham que eu coloquei justamente ELE na capa? Foi para vocês matarem a saudade dele ali na ilustração mesmo, pq dentro da história ele não vai estar mais kk achei que o título fosse autoexplicativo.

Beijos! Boa leitura.

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Hurt myself again today

(Machuquei a mim mesma de novo hoje)

And, the worst part is there's no-one else to blame

(E, a pior parte é que não há mais ninguém para culpar)

Breathe me - SIA

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Após escapar da colega no laboratório, Adrien passou o resto do tempo na Biblioteca, e as horas se arrastaram. Então ele resolveu dar uma passada na ala de Artes e Criatividade, até que enfim, o horário da escola havia acabado, e ele saiu apressado para o carro, em direção à casa de Marinette.

— Pode me buscar mais tarde hoje, Gorila? Te mando uma mensagem avisando a hora. — Perguntou, quando estacionaram o carro na frente da padaria. O homem concordou com a cabeça, e Adrien abriu um pequeno sorriso. — Obrigado. Então, nos vemos depois.

Saindo do carro, andou em direção à entrada lateral que levava as escadas da casa dela. Chegando lá em cima, bateu à porta, e foi rapidamente atendido por Sabine.

— Oi, Adrien. Estávamos te esperando. — A mulher o recebeu com um sorriso.

— Como está, Sabine? — Adrien a cumprimentou com carinho, fazendo uma pequena saudação chinesa.

Sabine havia admitido, uma vez, que gostava do fato de Adrien saber tanto de sua cultura, e ser quase fluente em sua língua.

E ele se sentia bem em vê-la tão feliz quando fazia pequenos gestos, como esse.

— Eu estou bem, a Marinette...

— Eu estou bem também! — Ouviu a namorada responder alto do meio da sala, interrompendo a mãe.

Adrien sentiu um sorriso se abrir em seus lábios, balançando a cabeça, enquanto Sabine revirou os olhos com diversão.

— Ela está com dor, mas não admite. — A mulher cochichou apenas para ele. — Mas está quieta, pelo menos.

— Fico feliz. — Confessou de volta, baixinho. Entrando na casa e depositando sua mochila na mesa. Antes de se dirigir para a namorada, deitada no colchão, no chão da sala.

Ele soube que Tom havia tentado levá-la até o quarto na noite passada, a carregando no colo, como ele havia feito nas últimas vezes. Mas ao tentar pegá-la, Marinette sentiu muita dor, pois qualquer movimento ou toque era muito para o corpo dela agora.

Então, como solução, ele buscou o colchão dela e o colocou no meio da sala, tirando a mesinha de centro e o depositando na frente do sofá. E ficaria ali, pelo menos por duas semanas, ou até que Marinette conseguisse voltar ao quarto sozinha.

Marinette estava escorada, usando o sofá como cabeceira, com um travesseiro em suas costas e o resto do corpo no colchão. De pijama e cabelos soltos, ela parecia bem, e confortável, apesar de ainda estar meio pálida.

AusênciaHistórias para pegar e não largar. Descubra agora