9 - Desequilíbrio

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Notas Iniciais: 

Espero que estejam preparados para este capítulo.

Eu não estava, quando o escrevi.

Alerta de Gatilho: Violência, momentos de angústia, final com cliffhanger e tópico sensível de luto.

Aviso aos leitores: Ministério da Saúde Mental Alerta - A autora não é responsável por qualquer dano psicológico desenvolvido durante essa fanfic. Se persistirem os sintomas, um psicólogo do SUS deverá ser consultado. 

Se cuidem, e boa leitura.

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Gave you every piece of me.

(Te dei cada pedaço de mim.)

No wonder it's missing

(Não é à toa que está faltando)

Don't know how to be so close to someone so distant

(Não sei como ficar tão perto de alguém tão distante)

Thought we built a dynasty

(Achei que tínhamos construído uma dinastia)

forever couldn't break up

(que o para sempre não pudesse separar)

Dynasty - MIIA

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Quebrado a costela.

Ela havia, mesmo, quebrado a própria costela.

Marinette ainda não conseguia acreditar.

Depois da ida completamente dramática, em sua opinião, de ambulância para o hospital, Adrien e Alya ficaram com ela a todo momento, até seus pais chegarem.

E dessa vez, seu pai havia ficado histérico, e dito algo sobre como não devia ter deixado a própria mãe ter dado à Marinette algo tão perigoso.

Por fim, ele confiscou sua mini scooter. Sua linda, vermelha, e perfeita scooter. A pobre motocicleta não merecia isso.

Marinette estava chateadíssima. E com dor, muita dor.

O incômodo do tornozelo era apenas uma mera lembrança agora, comparado com a estrondosa dor em sua lateral.

Sem falar nos novos ralados e hematomas que surgiram nos cotovelos, joelhos e na parte esquerda do abdômen, logo agora que o antigo hematoma no quadril havia sumido completamente.

Adrien ficou louco de preocupação quando descobriu, pelo raio-x, sua mais nova proeza. Tentou acalmá-lo, dizendo que devia parecer pior do que era, mas, na verdade, doía muito mesmo. Viu nos olhos do namorado, que ele queria fazer algo para ajudá-la.

Mas os pais não permitiriam que ele cuidasse dela à noite, obviamente, então sugeriu para ficar com ela à tarde, depois que fizesse suas aulas.

Viu quando ele cancelou a esgrima do próximo mês ao descobrir que o tempo de recuperação dela seria de, mais ou menos, quatro semanas. Tentou convencê-lo a não fazer isso, mas claro, foi um esforço inútil. Pelo menos ele prometeu que continuaria praticando piano. Era uma vitória.

AusênciaHistórias para pegar e não largar. Descubra agora