Capítulo 15
Caro Harry,
Como vai? Seu padrinho me falou que caso eu precisasse falar com você, deveria escrever uma carta e entregar a ele, então cá estou eu.
Hannah está mandando um abraço, as coisas por aqui andam bem chatas, gostaria que estivesse aqui, esse verão foi o MELHOR que eu já tive! Você é realmente divertido. Decidi chamar você para a cabana de inverno da minha família no ano novo, caso queira.
Mas enfim, como vão as coisas por aí? Mande sempre notícias, por favor!
Com carinho e saudades,
De seu amigo Manfred.
Harry terminou de ler a carta que chegou naquela manhã durante o café. Ele tomou a liberdade de chamar Draco para sentar-se consigo, afinal, ele ainda tinha um anel de diamantes no dedo indicando que estava noivo, então o loiro estava ao seu lado lendo uma carta de seu pai, o parabenizando pelo jantar bem sucedido. Todos na mesa da Grifinória estavam olhando para o casal que apenas comia tranquilo, que porra era essa? Eles estavam realmente noivos?
– Então... – tomou a liberdade Luna – estão noivos?
– Sim – disse Harry simplista – eu pedi ele em casamento e ele aceitou.
– Simples assim? – disse Ginny – Draco está....?
– Sim, Weslette, mas calada – Draco respondeu jogando uma cereja nela enquanto mordia uma maçã verde.
– E os seus pais estão bem com isso? – Perguntou Neville.
– Sim, esqueceu que o Harry é uma Fúria?
– Ah, faz sentido.
A conversa seguiu normalmente até Harry avisar que precisava ir falar com McGonagall o mais rápido possível, pois haviam cometido uma injustiça com ele. O ruivo levantou e foi até a mesa dos professores, sendo observado por Draco, que acabou trocando um olhar com o professor de poções, este parecia bastante perturbado nessa manhã.
Draco desviou os olhos para sua comida, sentindo vontade de rir.
– Bom dia professora – Harry começou.
– Olá Harry, tudo bem? Algo ruim aconteceu de novo?
– Não se preocupe professora, nada desse gênero, mas eu sofri uma grande injustiça ontem a noite!
– Explique.
– Ontem, fui a um jantar na Mansão Malfoy com meu noivo, Draco, mas quando voltamos fui o deixar na comunal da Sonserina, afinal, não é interessante que um rapaz grávido ande por aí sozinho a noite, tínhamos autorizações de Dumbledore. Então, depois de deixá-lo, fui voltar para a torre da Grifinória, porém, acabei esbarrando com a professora Umbrige. Ela rasgou a minha autorização e me deu detenção com ela na sexta – ele explicou. Revelou a professora a verdade sobre Draco estar grávido, pois assim sua história seria mais injusta e talvez assim se livrassem da professora.
– O que?! Harry, vou buscá-lo na sua primeira aula do dia, é de Defesa, certo?
– Sim senhora.
– Ótimo, pode ir.
– Sim senhora, vou terminar meu café da manhã, ok professora?
– Certo, vá.
Harry volta à mesa e se senta novamente ao lado do noivo, dando um beijo em sua bochecha.
– Querido, não pensamos em nomes certo?
– É verdade – diz Draco – se for menina, podemos chamá-la de... De... Ah, não consigo pensar numa estrela nem constelação que combine!
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A Fúria Da Noite
FanfictionHarry foge de Hogwarts logo após o baile de yule em seu quarto ano, mas ele não planejava se perder na floresta e acabar batendo a cabeça. Planejava menos ainda ser sequestrado por Voldemort por causa de algo que a magia deles fez naquela noite esp...
