Estávamos dentro da charrete a caminho da cidade vizinha,
a Madre Rita me contava como era lá eo que faríamos
naquele primeiro dia, eu estava ansiosa.A viagem seria demorada, porém valeria muito à pena. Em certo momento, o céu escureceu e começou a chover, não era uma daquelas chuvas fortes, mas ainda assim uma chuva. Com o barulho dos pingos lá fora, mal dava para escutar o que a morena falava, sendo assim, ela que estava de frente para mim, sentou-se ao meu lado.
Rita: - Eu não vejo a hora de passar minhas mãos em seu corpo inteiro, minha linda noviça. - Começou sussurrando em meu ouvido, senti a ponta do seu nariz fino passar pelo
meu pescoço em uma leve carícia. Instantâneamente me
arrepiei. Mesmo que ela falasse em tom normal o cocheiro
não a escutaria. -E eu sei que você também não, sinto seu
corpo pedindo pelo meu. - Sua mão começou a subir por
minha perna e ao mesmo tempo que apertava, fazia um
carinho. - Qual será o gosto que tem sua bocetinha? Minha
boca se enche de água só de pensar nela totalmente
peladinha em frente aos meus olhos. - Começou a espalhar
beijos por meu pescoço ao afastar meus cabelos do
mesmo. Eu estava estática e parada feito uma estátua. Ela
era tão crua, falava às coisas sem enrolar, o que me
causava grande vergonha, resultando nas minhas
bochechas ferventes, provavelmente estavam num tom de
vermelho perceptíveis. - Não fique envergonhada, você
precisa se acostumar com esse meu jeito. Não vou ficar
fazendo rodeios contigo se posso falar tudo de uma vez.Maya: - Eu-eu... eu só não estou acostumada. A senhora me deixa nervosa. - Minha voz saiu num fio, quase fina.
Naquele momento sentia-me extremamente desestabilizada, tanto pela vergonha quanto pelo calor que subia por entre às minhas pernas e explodia em meu peito, fazendo meu coração bater acelerado.
Rita: - Pois não precisa ficar. Faremos coisas que você nem
imagina. Seremos eu e você. Apenas nós. - Eu realmente
estava nervosa, por isso apenas balancei a cabeça.[...]
Maya: - Será que vai demorar muito para chegarmos? - Perguntei após poucos segundos tentando mudar de assunto e dissipar a palpitação latejante da minha intimidade.
Rita: -Sim... Ainda estamos no começo, apesar de já estarmos muito tempo na estrada. - Percebi de canto de olho seus olhos desviarem por um instante ao observar o lugar a sua volta pela pequena janela da charrete que estávamos. - Mas não tente mudar de assunto, já lhe falei que fugir de mim não adianta de nada.
Maya: - Sim. Eu sei. - Ofeguei por perceber que não teria
escapatória, mais uma vez.Rita: - Eu queria muito te tocar agora, Maya. Te sentir para
saber como é. Vocể vai deixar, não é? - Sua mão começou a
puxar para cima meu vestido, desnudando minhas pernas,
rapidamente a parei.Maya: - Não posso... Não aqui. - Falei olhando em seus olhos que pareciam pegar fogo. Ela me desconcertava demais.
Ruta: - Pode sim, é só relaxar. - Seus lábios tocaram os meus, fazendo-me acalmar-me enquanto sua mão começava novamente puxar meu vestido para cima.
Terminado o beijo com um selinho, ela olhou para baixo
onde minhas coxas se encontravam expostas. A mão que tinha puxado meu vestido para cima, escorregou para o meio de minhas pernas, abrindo-as um pouco.Eu acompanhei seu olhar e fiquei admirada como ela fazia aquilo com a maior calmaria. Seus dedos varreram
minha pele num vai e vem gostoso antes de subi-los para a
minha vagina. Quase engasguei. Nunca havia sido tocada ali.Seus dedos alisaram meus lábios de cima a baixo como se
estivesse fazendo um carinho. Senti sua respiração pesada
bater em meu rosto ao constatar o efeito que causava em
mim, o quão molhada eu estava.
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Madre Superiora
FanfictionSéculo XIX, Maya Bishop com 20 anos de idade decide que às coisas mundanas não servem para ela, decidindo assim, ir para um convento onde passaria por vários treinamentos, até se tornar freira. Mas o que ela nåo esperava, era que a Madre Superiora...