Chapter VIII

28 2 0
                                    

Estávamos dentro da charrete a caminho da cidade vizinha,
a Madre Rita me contava como era lá eo que faríamos
naquele primeiro dia, eu estava ansiosa.

A viagem seria demorada, porém valeria muito à pena. Em certo momento, o céu escureceu e começou a chover, não era uma daquelas chuvas fortes, mas ainda assim uma chuva. Com o barulho dos pingos lá fora, mal dava para escutar o que a morena falava, sendo assim, ela que estava de frente para mim, sentou-se ao meu lado.

Rita: - Eu não vejo a hora de passar minhas mãos em seu corpo inteiro, minha linda noviça. - Começou sussurrando em meu ouvido, senti a ponta do seu nariz fino passar pelo
meu pescoço em uma leve carícia. Instantâneamente me
arrepiei. Mesmo que ela falasse em tom normal o cocheiro
não a escutaria. -E eu sei que você também não, sinto seu
corpo pedindo pelo meu. - Sua mão começou a subir por
minha perna e ao mesmo tempo que apertava, fazia um
carinho. - Qual será o gosto que tem sua bocetinha? Minha
boca se enche de água só de pensar nela totalmente
peladinha em frente aos meus olhos. - Começou a espalhar
beijos por meu pescoço ao afastar meus cabelos do
mesmo. Eu estava estática e parada feito uma estátua. Ela
era tão crua, falava às coisas sem enrolar, o que me
causava grande vergonha, resultando nas minhas
bochechas ferventes, provavelmente estavam num tom de
vermelho perceptíveis. - Não fique envergonhada, você
precisa se acostumar com esse meu jeito. Não vou ficar
fazendo rodeios contigo se posso falar tudo de uma vez.

Maya: - Eu-eu... eu só não estou acostumada. A senhora me deixa nervosa. - Minha voz saiu num fio, quase fina.

Naquele momento sentia-me extremamente desestabilizada, tanto pela vergonha quanto pelo calor que subia por entre às minhas pernas e explodia em meu peito, fazendo meu coração bater acelerado.

Rita: - Pois não precisa ficar. Faremos coisas que você nem
imagina. Seremos eu e você. Apenas nós. - Eu realmente
estava nervosa, por isso apenas balancei a cabeça.

[...]

Maya: - Será que vai demorar muito para chegarmos? - Perguntei após poucos segundos tentando mudar de assunto e dissipar a palpitação latejante da minha intimidade.

Rita: -Sim... Ainda estamos no começo, apesar de já estarmos muito tempo na estrada. - Percebi de canto de olho seus olhos desviarem por um instante ao observar o lugar a sua volta pela pequena janela da charrete que estávamos. - Mas não tente mudar de assunto, já lhe falei que fugir de mim não adianta de nada.

Maya: - Sim. Eu sei. - Ofeguei por perceber que não teria
escapatória, mais uma vez.

Rita: - Eu queria muito te tocar agora, Maya. Te sentir para
saber como é. Vocể vai deixar, não é? - Sua mão começou a
puxar para cima meu vestido, desnudando minhas pernas,
rapidamente a parei.

Maya: - Não posso... Não aqui. - Falei olhando em seus olhos que pareciam pegar fogo. Ela me desconcertava demais.

Ruta: - Pode sim, é só relaxar. - Seus lábios tocaram os meus, fazendo-me acalmar-me enquanto sua mão começava novamente puxar meu vestido para cima.

Terminado o beijo com um selinho, ela olhou para baixo
onde minhas coxas  se encontravam expostas. A mão que tinha puxado meu vestido para cima, escorregou para o meio de minhas pernas, abrindo-as um pouco.

Eu acompanhei seu olhar e fiquei admirada como ela fazia aquilo com a maior calmaria. Seus dedos varreram
minha pele num vai e vem gostoso antes de subi-los para a
minha vagina. Quase engasguei. Nunca havia sido tocada ali.

Seus dedos alisaram meus lábios de cima a baixo como se
estivesse fazendo um carinho. Senti sua respiração pesada
bater em meu rosto ao constatar o efeito que causava em
mim, o quão molhada eu estava.

Madre Superiora Onde histórias criam vida. Descubra agora