Capítulo 4 🩷

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Stenio narrando...

Assim que chegamos em casa, Helô foi direto pro banho e eu, depois de bater um papinho com a Creusa, fui pro nosso quarto esperar Helô sair do banho.
Ainda deitado na nossa cama, notei que ela estava demorando demais, e eu queria ter um momento a sós com ela antes do jantar, então fui tirando toda a minha roupa, apesar de já ter tomado banho, e fui ao seu encontro no banheiro.
Ao entrar, fiquei paralisado com a visão que tive dela de costas, lavando os cabelos enquanto a água descia pelo seu corpo. Parei o olhar naquela bunda maravilhosa que ela tinha e já senti meu pau dando sinal de vida, era inevitável não ficar excitado ao olhar pra Helô, ela era linda demais, sempre foi e ao contrário de muitas pessoas, o tempo só fez bem pra ela.
Cheguei de mansinho por trás dela e a abracei, imaginei que ela fosse começar a me xingar, mas como sempre foi no nosso casamento, ela me surpreendeu.

Helô: Você demorou em Stenio. - Diz se esfregando em mim, ainda de costas.

Eu: Então quer dizer que você estava me esperando?

Viro ela de frente pra mim enquanto passo minhas mãos pelo seu corpo, não ficando pra trás ela começa a alisar meu peito e desce até o meu membro, que batia na sua barriga devido a ereção.

Helô: Mas já tá assim? - Jogo a cabeça pra tras quando ela começa a me masturbar, com movimentos leves, num vai e vem delicioso.

Eu: Pra você ver o efeito que tem sobre mim... aaahh Helô, desse jeito vou gozar sem ter feito nada.

Sem dar ouvidos ao que eu dizia, ela me beijou, depois foi descendo, distribuindo beijos pelo meu corpo enquanto se ajoelhava no chão do banheiro e sem avisar meteu todo o meu pau na boca, me fazendo agarrar seu cabelo de imediato e ditar o ritmo das estocadas.

Eu: Porra...

A desgraçada sabia como fazer pra me deixar doidinho, e ainda me olhava com aquela cara de puta, que sempre me tirava do sério e me fazia perder todo o meu auto controle, como agora. Ela engolia todo o meu pau, chegando a engasgar enquanto com a mão livre ela me arranhava todinho, me deixando com sua marca.

Eu: Eu vou gozar Helô...

Foi então que ela me chupou com mais vontade, apertando também as minhas bolas e como eu havia dito, gozei fortemente fazendo ela engolir toda a minha porra.

Eu: Caralho... Meu Deus Helô!

Me encostei um pouco no box do banheiro pra acalmar a respiração, mas quando vi ela limpado os resquícios do meu gozo do canto da boca, e em seguida lambendo o dedo, não me aguentei e a empurrei contra a parede fria ouvindo seu gemido rouco e uma reclamação, que não passava de um capricho dela.

Helô: Ai Stenio, bruto...

Eu: Você reclama mas gosta que eu sei.

Virei ela de costas pra mim e a prensei na parede, levei uma mão até o seu pescoço e dei uma enforcada leve, enquanto com a outra mão livre segurei um dos seus seios e fui apertando, brincando com seu  mamilo.

Helô: Hum... não enrola Stenio..

Eu: Quem está no controle agora sou eu.

Dei um tapa forte na sua bunda e enquanto ouvia seus gemidos, grudei mais ainda nossos corpos e desci a mão que estava em seu pescoço até chegar na sua boceta. Comecei com carícias leves fui aumentando conforme Helô se abria mais pra mim. Enfiei meus dois dedos nela e continuei as estocadas enquanto  seus gemidos aumentavam e ela se entregava cada vez mais.

Helô: Amor eu vou.. hm!

Eu: Ainda não meu bem. - Sussurro em seu ouvido e dou uma mordida no lóbulo da sua orelha.

Tiro meus dedos de dentro dela e a ouço reclamar, a mesma mão faço um rabo de cavalo em seus cabelos e os enrolo no meu braço, puxando pra trás.

Eu: Empina esse rabo pra mim vai. - Ordeno e como uma boa puta, ela me obedece.

Posiciono meu pau na sua entrada mas não a penetro, decido provocá-la mais um pouquinho, passo ele por toda a sua boceta e ouço ela suspirar frustrada, mas é impaciente essa minha mulher.
Coloco apenas a cabeça e tiro, vendo ela empinar mais ainda em busca de contato, repito o ato mais umas três vezes até ela perder a paciencia.

Helô: Anda logo Stenioo, tô perdendo a pacie...

Sem deixar ela terminar e a pegando de surpresa meto com tudo, a fazendo gritar e gemer alto enquanto é comida com força, do jeito que eu sei que ela gosta.
Dou mais um puxão no seu cabelo e acelero as estocadas, até sentir ela me apertando, saio de dentro dela e a viro de frente pra mim, coloco uma de suas pernas na minha cintura e me enterro nela novamente.
Heloisa gemia tão alto que eu tive que abafar seus gemidos com um beijo, ou então Creusa teria certeza do que estávamos fazendo, afinal desconfiada tenho que ela já estava, por conta da nossa demora.

Helô: Ai que delicia... meu Deus...hmm.

Tomada pelo tesão, ela já falava coisas desconexas enquanto eu a fodia com força, seus braços no meu pescoço me trazia pra mais perto e dividia a atenção das suas mãos entre minha nuca e meu corpo, hora puxando meu cabelo, hora arranhando meus braços e costas.

Eu: Goza pra mim vai meu amor.

Helô: Mais rápido amor.. Tô quase lá Xxtenio... - Ela geme, jogando a cabeça pra tras.

Eu fico louco quando ela puxa meu nome assim, forçando esse sotaque que eu sou apaixonado.
Mais algumas estocadas e sinto ela tremer nos meus braços, alcançando um orgasmo forte e eu agarro seu corpo e continuo me movendo dentro dela até sentir meu corpo ser tomado por uma tensão e eu gozar logo em seguida.
Enterro meu rosto na curva do seu pescoço ainda ouvindo nossos gemidos se misturando e saio de dentro dela.
Distribuo beijos pelo seu pescoço e desço pelo seu corpo até chegar onde eu mais queria, na sua intimidade, que ainda tinha resquícios do meu gozo saindo de dentro dela.
Me ajoelho diante dela e abocanho sua boceta, sentindo o seu gosto misturado com o meu. Passo a língua pelos lábios e a vejo rebolar em meu rosto, já deixando alguns gemidos escaparem.
Apoio sua perna em meu ombro e a preencho com meus dedos enquanto volto a chupar toda a sua boceta, passo os dentes pelo seu clitóris que ainda estava inchado pelo orgasmo recente e ouço seu gemido mais alto.
Sorrio ao sentir ela rebolando na minha cara, safada como sempre, adora ser chupada e eu amo sentir seu gosto.

Depois de mais um orgasmo finalmente terminamos nosso banho e nos trocamos com pressa pra podermos ir jantar, antes que Creusa desista de nós.

Creusa: Misericórdia, achei que não sairiam mais daquele quarto.

Helô: Imagina Creusinha, com a fome que eu estou.

Creusa: Pensei até que a senhora tivesse dormido sem jantar dona Helô.

Helô: Tô bem cansada mesmo, me deram uma canseira hoje. - Ela me olha de lado e segura o riso.

Creusa: Na delegacia?

Helô: É, na delegacia.

Eu: Helô tá cansada e com fome mesmo, gastou muita energia, né meu amor.

Helô: Pois é. - Me dá um sorriso safado e morde o lábio, provocando.

A cara nem treme, não sei como tem coragem de mentir assim tão descaradamente, ainda mais na minha frente.

E no final, seremos sempre você e eu.Histórias para pegar e não largar. Descubra agora