Capítulo 5 🩷

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Helô narrando...

Saio de casa com Stenio, afinal meu carro ainda estava no mecânico e fomos o caminho todo conversando, trocando carinho e rindo pelo fato da Creusa sempre defender ele de tudo. Hoje mesmo durante o café da manhã eu estava " Brigando " com o Stenio por ele ter comido a minha salada de frutas enquanto creusa assava os pães de queijo dele e eu tive que esperar ela fazer outra salada de frutas pra mim, mas como sempre o " Dotô Stenio " tá certo e a " Donelô " tá errada.

Stenio: Pronto, está entregue Doutora Delegada. - Ele diz rindo enquanto estaciona em frente a delegacia, onde já tinha várias policiais.

Eu: Obrigado, não vejo a hora do meu carro ficar pronto logo. - Digo e vou pegando minhas coisas no carro.

Enquanto me preparava pra sair do carro Stenio segurou meu braço e perguntou se eu não o daria nem um beijo, eu como sempre dei uma leve humilhada nele, dizendo que o local estava cheio de policiais e que eu não gostava de trocar carícias na frente dos outros. Mas como sempre ele consegue ser bem dramático, apenas concordou com a cabeça e encostou no banco enquanto me esperava sair.
Dei um risinho disfarçado e sai do carro, dei a volta no veículo e parei na sua janela.

Eu: Psiu! - Vejo ele me olhar emburrado e solto a gargalhada que estava presa na minha garganta.

Stenio: Não sei qual é a graça.

Não digo nada, apenas chamo ele com o dedo e ele obedece, aproximando o seu rosto do meu, então lhe dou um beijo rápido e saio rebolando em direção a entrada da delegacia.

Assim que chego na minha sala, Yone e Rodrigo já estão la, e pra minha surpresa ele se aproxima com um copo de café na mão e me entrega.

Rodrigo: Bom dia Doutora, peguei um café pra você.

Olho rapidamente pra Yone, que dá de ombros e continua o que estava fazendo, pego o copo de café e vou pra minha mesa.

Eu: Obrigada Rodrigo, mas não precisava, tem uma garrafa de café bem ali e eu mesma posso pegar.

Rodrigo: Só quis ser gentil, não me custa nada.

Eu: Mas não precisa, eu mesma posso me servir.

Ele dá de ombros e vai pra sua mesa, deixo o assunto de lado e foco no meu trabalho, talvez ele só esteja mesmo querendo ser gentil.

Horas mais tarde estava somente eu e Yone na sala pois Rodrigo saiu pra resolver um outro caso que ele está investigando, então Yone aproveitou a oportunidade de que estávamos sozinhas e resolveu questionar algumas atitudes do Rodrigo.

Yone: Delegada, a senhora não acha que esse Rodrigo está querendo ser gentil demais com você não?

Eu: Não começa Yo, ele só tá querendo se inturmar.

Yone: Só com você né, pois com a gente não tem esse capricho todo não.

Eu: Ce tá exagerando, mas se ele realmente estiver com segundas intenções vai cair do cavalo, por que não tô dando corda e nem pretendo.

Stenio: Dando corda pra quem?

Tomei um susto ao ouvir a voz do Stenio nos interrompendo, de onde esse homem surgiu gente?

Eu: Pra ninguém, não se mete... afinal o que você tá fazendo aqui?

Stenio: Vim te chamar pra almoçar, mas se não quiser eu posso ir embora.

Eu: Pô Stenio você podia avisar antes de chegar né, e se eu não estivesse aqui, ou se estivesse ocupada resolvendo algum caso ou interrogando alguém?

E no final, seremos sempre você e eu.Histórias para pegar e não largar. Descubra agora