Justiça

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Capítulo não revisado por enquanto!

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- Eu sinto muito. - digo para o segurança desmaiado no chão.

Pois é Dante, sua vez chegou.

Fechei a porta do galpão e caminhei até o homem desacordado na cadeira, sua cabeça está baixa e seus braços amarrados para trás, a fita metálica em sua boca e seu olho direito estava roxo.

Peguei um esqueiro que estava no meu bolso, me aproximei de Dante e puxei seu cabelo, levantando seu rosto, acendi o esqueiro e o pressionei contra sua bochecha.

Seus olhos se abriram na velocidade da luz e seu grito abafado pela fita ecoou pelo local, sorri perversa ao ver seu olhar de desespero ao me encontrar e observar sua situação.

- Imagino que saiba o motivo de eu estar aqui, correto?

Ele começou a se debater na cadeira e até tentou falar desesperadamente, continuei sorrindo antes de ir até ele e retirar a fita da sua boca.

- Do Ha-Na, pare de palhaçada e me solta dessa cadeira!

- A sensação de desespero é ruim né? Fiquei tranquilo, pois eu vou fazer você sentir tudo o que minha sentiu naquela noite.

Arrastei a bandeja com objetos específicos para tortura para perto de mim e retirei uma faca da mesma.

- Sabe, como você matou meus pais de forma rápida, e eu não quero isso, vou te matar exatamente como você matou a minha irmã.

Aproximei minha faca até que ela ficasse bem perto do seu rosto, Dante tremia muito, o medo era evidente, eu estou ficando satisfeita com meu trabalho.

- Que foi? Bateu nostalgia? - perguntei com a voz inocente, não demorando para que eu voltasse a sorrir.

- Ha-Na, por favor, m-me perdoe.

- Perdoar?

Desfiz meu sorriso e desci a faca, afundei a mesma em sua parte íntima, sangue jorrava e seu grito era alto.

- Você não pensou nisso quando matou toda a minha família, e muito menos quando me estrupou, seu merda!

Retirei a faca de seu pênis e a subi até que chegasse em seu rosto, enfiei a faca dentro do olho dele, exatamente como ele fez com minha irmã.

Ele gritou de dor novamente, se contorcendo cada vez mais na tentativa inútil de diminuir sua dor imensa, mas nada superará a dor que eu senti ao ver esse miserável matar minha família de forma brutal e a sangue frio.

Ao retirar a faca de dentro do seu olho, sangue espirou e acabou manchando a blusa social branca.

- Mas que merda, Dante seu filho da puta, eu ia usar ela para viajar.

Acertei um soco em seu rosto com força, chutei sua cadeira e ele caiu no chão.

Agarrei seus cabelos asquerosos, acertando três socos em seu rosto e cinco em seu peito.

MEU STALKER (PARTE 2)Onde histórias criam vida. Descubra agora