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Boa leitura

Não revisado ❗


   O sol nasceu ao horizonte, dando seus primeiros raios dourados sobre a fazenda que se estendia por uma curta área. A brisa da manhã trazia o aroma fresco da terra molhada, enquanto os pássaros, em suas melodias alegres anunciavam a chegada do dia. As árvores balançavam suavemente como se dançassem com leveza do vento, e o som distante do gado cantando completava a sinfonia matinal.

  Oliver despertou em seu quarto, os feixes de luz filtrando-se pelas cortinas, aquecendo seu rosto. Ele se espreguiçou, jogando o cobertor para o lado, se levantou da cama com os cabelos em pé. Ao levantar usando seu pijama, passou os dedos pelo cabelos. Logo se dirigiu ao banheiro, com um toque cuidadoso, escovou os dentes, e lavou o rosto, sentindo a água fria reviver seus sentidos. O reflexo no espelho era engraçado de se ver.

   Após finalizar sua higiene, Oliver vestiu uma calça jeans, uma cabeça vermelha que realçava sua pele branca, e suas botas marrons. Com um leve suspiro, e desceu as escadas, pegando o chapéu que ficava pendurado a parede da escada, seguiu os passos até a cozinha, onde o aroma do café fresco e do pão quentinho o chamavam atenção. Seus pais estavam à mesa.

  —Bom dia meu amor! —Exclamou Brenda ao ver o filho na entrada da cozinha —Hoje a noite, vamos celebrar o aniversário da cidade de 100 anos, você vai?

   Oliver olhou um tanto desanimado.

   —Não estou muito afim, mãe —Sua voz sou mais suave do que o comum.

  A mulher olhou para ele, uma expressão de compreensão em seu rosto. Sabia que a tristeza  de seu filho era algo que não poderia ser curada de forma rápida, mas que levaria tempo com apoio. Logan, o pai de Oliver apenas observou  a situação, voltou a cortar o pão, os olhos perdidos do mais velho voltaram a seus próprios pensamentos matinais.

   Após o café da manhã, Oliver decidiu que era hora de trabalhar. Ele caminhou lentamente até o celeiro, sentindo uma leve mancada no calcanhar, resultado de um acidente do qual mudou sua vida, criaturas que eram sua paixão, hoje não passavam de um trabalho. Ele ainda se lembrava do vídeo do qual gravam na noite do acidente, sua vida está intacta, graças ao famoso campeão da cidade. A fazenda lutava para se recuperar da fazenda e das dívidas de contas e impostos.

  Enquanto, seu pai saia para entregar feno às fazendas vizinhas, o som do caminhão ecoando pela estrada, e sua mãe cuidado da horta que começava a florescer, com suas mão sujas de terra, mas sempre cheia de esperanças. Os legumes e frutas cresciam lentamente.

   Oliver passou amanhã cuidando do celeiro, onde os dois únicos cavalos da família relinchavam, ansiosa por um pouco de atenção de Oliver. Assim o garoto os acariciou, se sentindo sua pelugem quente sob os dedos, e depois de dirigiu ao galinheiro, onde cuidadosamente coletou os ovos, seu olhar atento ao redor, sempre em alerta. Enquanto isso, sua irmã, uma veterinária dedica, eu estava um pouco distante da fazenda da família, em sua própria casa, sua própria vida, estava ocupada cuidando de cavalos feridos, animais que precisavam de um cuidado especial no momento. O som de suas risadas e alegria na sua voz era frequentemente lembranças que acariciavam o coração de Oliver, do qual agora via a irmã apenas aos fins de semana.

     Foi então que, ao dar uma volta com o cavalo da família, ele ouviu uma voz familiar chamando-o. Era a filha do Prefeito, uma jovem loira, de vestido florido e botas, com tranças que balançava enquanto ela se aproximava.

  —Oliver! Tudo bem? Eu quero saber se você pode me ajudar a organizar a praça para a festa hoje à noite?! —Perguntou a garota um tanto sorridente.

   Ele hesitou, mas acabou concordando, mesmo que sua vontade você apenas ficar em casa. A vida na fazenda, embora fosse calma e bonita, era repleta de responsabilidade, trabalha duro e muita força de vontade.  Mais tarde já organização da festa.

   A praça estava vibrante, um verdadeiro espetáculo de cores e alegria. As fitas coloridas dançavam suavemente ao vento, adornando cada canto do local, enquanto placas comemorativas de 100 anos se erguiam orgulhosamente, testemunhando a história daquele lugar. O picadeiro, um espaço amplo e cuidadosamente preparado para as exibições a cavalo, pulsava com a expectativa dos visitantes, que se aglomeravam em torno, admirando a beleza dos animais e a destreza dos cavaleiros.

    Perto dali, os cavalos descansavam em celeiros charmosos, cujas portas abertas deixavam escapar o aroma reconfortante do feno fresco. Pequenas pilhas de feno estavam espalhadas pelo chão, onde alguns cavalos se divertiam a roer, enquanto outros, mais tranquilos, observavam o movimento da praça com curiosidade.Um grande palco se erguia majestoso ao fundo, decorado com flores e luzes que prometiam um espetáculo ainda mais encantador ao anoitecer.

    Barracas coloridas de alimentos ocupavam os espaços ao redor, exalando aromas irresistíveis de comidas caseiras e doces típicos, atraindo os visitantes que se deliciavam ao escolher suas iguarias preferidas. Mesas de praia estavam dispostas em um canto, onde famílias e amigos se reuniam para compartilhar risadas e histórias.

   À medida que a tarde se transformava em noite, um palco de fogos de artifício se preparava para brilhar no céu, prometendo um final deslumbrante para as festividades.

    Oliver acabou dando de frente com o Luke, seu vizinho que te ofereceram para de seu vizinho que te ofereceram seu vizinho que falei te ofereceu para ajudar na organização. Luke tentou puxar assunto de primeira, mas Oliver ignorou levando as fitas para as mesas. Oliver em seus pensamentos, por vez continuo a ignorar Luke, que respondia com palavras breve, mal percebendo as tentativas de Luke e de fazê-lo rir.

  —Vai à festa hoje a noite? —Luke perguntou com a voz esperançosa.

   —Não, não tô muito a fim—Oliver respondeu, evitando o olhar.

   —E se eu te convidasse pra ir comigo? —Luke insistiu, mas Oliver apenas balançou a cabeça, agradecendo a oferta, mas mantendo -se firme em sua decisão. Luke, decidiu a não desistir, dizendo que iria o esperar as oito da noite.

    Oliver, então decidiu voltar para casa a pé, quando, para sua surpresa, viu Luke aparecer com sua caminhonete vermelha. Ouvindo a voz de Luke chamando- o, ele abaixou o vídeo e ofereceu uma carona

   —Não quer mesmo uma carona? Seu pé não me parece legal —Luke parou o carro.

    Oliver revirou os olhos deu a volta, assim abrindo a porta e entrando ao lado de Luke.

  —Obrigado pela carona, e meu pé tá legal —Oliver respondeu, forçando um sorriso.

 .   A viagem foi rápida, e ao chegaram a fazenda, Oliver olhou para Luke, mas logo desceu. Luke parou a caminhonete e , antes que Oliver pudesse se virar, ele insistiu em acompanhá-lo até a porta.

  —Não precisa, Luke —Oliver disse, um pouco envergonhado, mas Luke não cedeu.

   A mãe de Oliver, que já estava na cozinha, viu o Luke e sorriu calorosamente.

    —Oi, Luke! Quer entrar? —Ela perguntou, com a gentileza que sempre demonstrava.

    Luke aceitou e foram para a cozinha. A conversa fluiu de forma leve, com Oliver sentindo cada vez mais vergonha, especialmente quando sua mãe começou a fazer perguntas sobre a vida de Luke. Enquanto isso, Oliver coria para seu quarto de maneira ligeira, querendo o poupar de mais vergonha sobre as perguntas constrangedoras de sua mãe. Oliver fechou a porta de seu quarto, se sentou a cama e olhou direito para seu guarda roupa, pensando sobre ir a festa ou não.

 Oliver fechou a porta de seu quarto, se sentou a cama e olhou direito para seu guarda roupa, pensando sobre ir a festa ou não

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