Matteo tinha apenas um desejo: vingança.
Sua vingança seria cruel, impiedosa e crua, fazendo o culpado pela morte de seu pai cair de joelhos sobre seus pés.
E por que não fazer isso usando o bem mais precioso de seu inimigo?
Aurora Ferrari, a gar...
Caminho pelos corredores da faculdade com um cigarro entre os dedos. Não podemos fumar na escola, mas quem me impediria?
Continuo meu caminho sentido os olhares sobre mim,uns com medo, outros com admiração, principalmente das garotas. Elas acham exitante o cara que core em rachas ilegais, e por isso querem viver um pouco da adrenalina que meu estilo de vida proporciona.
Chego em meu armário e vou logo pegando meus livros, alguns alunos do glube de leitura passam por mim, mas não me encaram, simplesmente abaixam a cabeça.
Covardes.
E assim desde que eu tive uma coversa muito interativa com o cara que estava dando em cima da Aurora. Fecho meu armário antes de seguir em direção a sala de aula mas acabo esbarrando em alguém.
— E aí, como vai sua prisioneira? — Alex pergunta em tom debochado.
— Dois dias. Fazem dois dias que ela sumiu e ele não faz absolutamente nada para encontrá-la.
— Você tem certeza de que ele viu o recado que você deixou?
— deixei o bilhete em cima da mesa do escritório, e o primeiro lugar que ele vai quando acorda. E impossível que ele não tenha visto.
— Bom, parece que ele não se importa tanto com a filha como imaginávamos. — Alex se encosta em um dos armários. — Ontem vi Karen perguntando a Emma onde Aurora estava, Emma disse que não sabia, Karen surtou dizendo que o sumisso da amiga tinha sido culpa dela.
— Karen tem uma mania horrível de culpar Emma por tudo. — Ele me encara aborrecido — não me olha com essa cara, você sabe que é verdade.
— Ela tem os motivos dela. — sei ao oque ele está se referindo, resolvo não dar atenção.
— Bom, eu preciso ir, minha aula começa em cinco minutos — mudo o assunto, e sigo para a sala novamente, Alex segura meu braço antes que eu o deixe.
— Espero que saiba oque está fazendo Matteo. — Ele alerta, apenas aceno e saio indo em direção às salas de aula.
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Assim que chego em casa, vejo Delphine na sala com logan. O doberman com quarenta e três quilos e orelhas levantadas, está sempre em posição de alerta. Logan foi o último presente que ganhamos do nosso pai.
— Maninho!! — assim que me vê, Delphine corre para me abraça. — senti sua falta.
— Oi pestinha — a pego no colo — como foi sua aula??