•Esse capítulo não interfere na ordem cronológica da história
•Espero que gostem, não deixem de comentar
•Desculpa pelos erros
•Feliz Natal!!!
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O cheiro de pinho e canela pairava no ar quando Marin organizava a mesa a pedido de sua mãe, que verificava o Peru no forno ao que Marin pensava ser a milésima vez, mas na verdade foi só a quinta.
—Querida, Ele não vai fugir sabe disso não é?— Tom disse usando uma faca pequena para abrir as ostras— Ele está recheado o suficiente pra não sair correndo
Sabine resmungou e Marin sorriu achando Graça, posicionando os talheres de prata ao lado da louça de porcelana chinesa, presente de sua avó e guardada à sete chaves pela sua mãe e só usada em ocasiões especiais, por insistência de seu pai, pois se dependesse de Sabine nem se o Papa fossem lhe visitar ela tiraria as porcelanas do armário.
—Marin, querido.— Sabine limpou as mãos no pano de prato— Você não está colocando na posição certa, os garfos são na direita e as facas na esquerda — ela pegou os talheres do mestiço e começou a fazer ela mesma.
Marin olhou para Tom que fez uma careta de medo fazendo o mestiço rir. Apesar de amarem o clima natalino tanto quanto amavam catorze de julho, Natal significava parentes, e Tom preferia ficar o mais afastado possível quando o parente em questão é a irmã de Sabine.
Shu yin Cheng é a irmã mais velha de Sabine, a mesma é uma Londrina um tanto intensa, aquele tipo de pessoa que você às vezes se esconde no banheiro por longos minutos para poder aturar. Tom virou mestre nessa arte apesar de Marin desconfiar que sua tia deve pensar que ele tem algum problema gastrointestinal já que ela sempre dá chás de ervas boas para o intestino.
Esse ano, ao invés de irem para Londres e passar o natal com sua priminha e tia, foi decidido que iriam fazer na casa dos Dupain Cheng, ao que a contra gosto foi aceito pela sua irmã, isso é, se elas chegassem.
—Eu vou ligar de novo — Sabine insistiu já com a mão prestes a alcançar o telefone
—Mãe, elas já estão vindo — Marin insistiu — você ligar de novo não vai acelerar o tempo
—Mas e se aconteceu alguma coisa?
—Minhas preces teriam sido atendidas—Tom murmurou pra si mesmo e recebeu um tapa no ombro que o assustou e fez uma ostra escorregar —Ai querida, estava apenas brincando — ele riu nervoso e pegou a ostra ainda fechada do chão limpando no pano de prato antes de voltar a abri-la ignorando o olhar da esposa.
Sabine o fuzilou e torceu a barra de seu avental entre os dedos pálidos ansiosos, Marin ao notar segurou a mão dela
—Mãe, relaxa. A tia Shu disse que já tava vindo e era só o trânsito, lembra?
—Mas isso foi à meia hora atrás — ela insistiu
—Trânsito, mãe. — Marin repetiu e Sabine suspirou assentindo
—Eu vou verificar o Peru— ela disse novamente fazendo Marin revirar os olhos e Tom rir, até a companhia soar
Sabine logo esqueceu do Peru e correu até a porta, tirando o avental e jogando sobre a cadeira.
Ao lado de fora, Adrienne endireitou o vestido vermelho escuro simples e quentinho, os dedos gelados do frio enquanto Emily apertava a campanhia.
A porta se abriu revelando uma Sabine sorridente
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stay with me
Fanfiction**Hiatus** Marin Dupain cheng é um garoto muito distraido, desastrado e azarado. Adrienne Agreste é uma garota que quer proteger Marin a todo o custo. Se alguém incomodar o cheng, enfrentará a ira da Agreste.
