Quando Luke Patterson, um canadense aspirante a músico, recebe o convite de casamento tardio de Carrie Wilson e não consegue achar vagas de hospedagem em Los Angeles, a noiva o oferece um quarto no apartamento de Julie Molina, uma escritora prodígio...
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Flynn e Julie estavam deitadas tomando sol na beira da piscina enquanto Luke e Carlos brincavam na água. Desde que chegaram, o canadesnse procurava manter o caçula entretido, sabia que ele podia se sentir muito sozinho com todos da casa tão ocupados e focados em se manter no hospital com Ray. Os dois estavam sentados na escadinha interna, envolvidos em mais um jogo que Luke descobriu não ganhar de jeito nenhum: guerra de dedão.
-Como é possível você ser ruim em tudo quanto é jogo?
O canadense teria se sentido ofendido se não fosse a maior verdade já dita na face da Terra, ele era péssimo em jogos.
-Quando você tiver minha idade vai entender, garoto.
Carlos revirou os olhos, enfiando a cara embaixo da água e fazendo bolhinhas. Luke riu, levantando o rosto e observando Julie e a irmã do outro lado da piscina, elas conversavam baixo sobre alguma coisa que ele não foi capaz de identificar, mas continuou observando a escritora de longe. Odiava que naquele momento ele tivesse espírito para pensar o quão bonita ela ficava de biquíni, mas seu cérebro tinha dificuldade de pensar em qualquer outra coisa que não fosse isso. Flynn o encarou um pouco ao perceber que ele observava Julie, e revirou os olhos soltando uma risada. Estava tão rendido por ela que chegava a ser constrangedor.
-Então...-O canadense só percebeu que o caçula havia submergido quando ouviu sua voz.-Como está minha irmã?
Luke abriu a boca imediatamente para responder, mas quando olhou Carlos mais uma vez entendeu o peso daquela pergunta. Nate não tinha comentado nada, mas ele sabia que mais uma pessoa estava com o advogado na noite em que Julie tomou os remédios: a pessoa que atendeu o telefone antes do cunhado sequer conseguir pegar o telefone. Apesar de ser só uma criança, o canadense soube imediatamente que o caçula sabia sobre os detalhes que nunca haviam lhe dito sobre aquele dia. A preocupação nítida na face entregava isso, seu cenho franzido e os lábios tensos como se perguntasse uma coisa proibida. Luke se sentiu mal por ele, de repente, fez sentido que tivesse tantos bloqueios emocionais, não conseguia imaginar o que era para uma pessoa com tão pouca idade carregar um fardo daquele tamanho. Estendeu a mão e bagunçou seus cabelos molhados e desgrenhados:
-Não se preocupe, sua irmã está bem.-Luke deu um sorriso de lado para ele, que significava compreensão e cumplicidade.-E se chegar a achar que ela não está, você será um dos primeiros a saber, tá?
Carlos deu uma olhada em Julie de longe, assentindo devagar com a cabeça antes de voltar a mergulhar na piscina como se nada tivesse acontecido. O aperto no peito do canadense não foi embora, e ele duvidava que conseguiria dormir a noite sem pensar no momento que havia acabado de viver.