Quando Luke Patterson, um canadense aspirante a músico, recebe o convite de casamento tardio de Carrie Wilson e não consegue achar vagas de hospedagem em Los Angeles, a noiva o oferece um quarto no apartamento de Julie Molina, uma escritora prodígio...
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Julie encontrou Flynn no quarto principal da casa. Ela estava deitada no braço do pai, enquanto ele dormia profundamente. Mesmo depois de tanto tempo desacordado, ela imaginava que seu corpo estava cansado, ainda mais depois de ter subido as escadas, elas haviam sido avisadas que, mesmo estando bem, Ray provavelmente apresentaria algumas sequelas depois da doença, e a fadiga era uma delas. Se aproximou devagar, fechando a porta atrás de si e tentando não fazer nenhum barulho no processo. Foi só quando a mais velha se sentou na ponta da cama, do lado oposto da irmã, que ela percebeu sua presença.
-Oi.-Ela sussurrou. Julie sorriu para ela, se deitando do outro lado da cama, em uma posição semelhante.
-Como ele está?
-Respirando.-Flynn soltou uma risada contida.-Ás vezes tenho medo de que ele pare.
A escritora assentiu em compreensão. Ficaram em silêncio por alguns minutos, sentia que talvez a irmã precisasse daquilo no momento.
-E você, como está?
A modelo fechou os olhos, Julie podia dizer que ela respirava fundo para tentar conter as lágrimas, que já insistiam em se formar no canto de seus olhos.
-Eu só...estou feliz que ele está em casa.
Ela escondeu o rosto no ombro do pai, deixando o pranto rolar livre dessa vez. Como de costume, Julie não chorou, mas pensou nas últimas semanas e no quão forte sua irmãzinha era. Ela era tão positiva e espontaneamente alegre que às vezes era difícil se lembrar de que as duas haviam passado pelas mesmas coisas. Na verdade, Flynn havia passado por mais do que ela, porque além de perder a mãe e quase perder o pai, ela também quase perdeu a irmã. Entrelaçou a mão da mais nova sobre o peito do pai, a segurando firme, da mesma forma que ela havia feito quando estavam em pé no altar durante o casamento de Carrie e Nick. Fez uma promessa silenciosa para si mesma de que daquele momento em diante, se dependesse dela, sua irmã nunca mais choraria de outra coisa que não fosse felicidade.