Bem, eu gostaria de avisar que estou doente e que caso eu demore a postar, essa é a causa kkkkk
Por favor, não se esqueçam de deixar seus votos, comentários e pedidos. Garanto que vou escrever todos assim que possível. 🙏
Fiquem com o capítulo <3
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[Nome] sentava no topo de uma colina, sentindo a brisa acariciar sua pele enquanto desenhava a paisagem ao longe. Fontaine era, sem dúvida alguma, um lugar lindo para se viver. Mesmo depois do desastre que a profecia havia causado, Fontaine ainda mantinha sua beleza e [Nome] tentava captar tudo com seu lápis.
Traçando riscos aqui e ali, dando forma em árvores e pássaros, o desenho estava ficando...
- Lindo. -disse uma voz atrás dela que a fez virar assustada. Era ninguém menos que Lyney.
- Você me assustou! - [Nome] disse enquanto apagava uma linha mal desenhada, causada pelo susto.
Lyney riu e observou o desenho mais de perto.
- Sabe, aquela linha poderia ter se transformado em algo lindo. Um complemento para o seu desenho.
- E o que você entende de arte? - Perguntou ela, assoprando os resquícios da borracha.
- Eu sou um mágico, cara [Nome]. Posso te garantir que as coisas que vem de surpresa são o que as transformam de simples para algo extraordinário. - Ele disse, pegando o lápis da mão da garota e refazendo o traço e adicionando mais alguns outros no desenho, fazendo [Nome] franzir sua testa.
- Voila. Faça sua mágica, ou melhor, seu desenho. Deixe a mágica para mim. - Lyney diz, sorrindo e tirando uma flor de dentro de sua cartola, a entregando para a garota confusa. - Considere isso uma inspiração.
E então o mágico saiu, deixando uma flor e um sorriso estampado no rosto de [Nome].
A garota ficou olhando a flor nas suas mãos por um momento, ainda tentando entender o que acabara de acontecer. A forma como Lyney havia aparecido do nada e deixado sua marca no desenho, misturando arte com magia, era algo que ela não conseguia simplesmente ignorar.
Ela olhou para o papel mais uma vez, agora com a linha inesperada que Lyney havia desenhado. De fato, o traço estava estranho, mas tinha algo nele que a fazia sentir uma energia diferente. Como se, de alguma forma, o improviso fosse a chave para transformar a simplicidade em algo grandioso. Ela pensou por um instante e, com um suspiro, decidiu continuar o desenho.
O sol estava começando a se pôr, tingindo o céu de tons de rosa e dourado. Ela traçou algumas linhas adicionais, mais soltas e suaves, permitindo que o improviso se mesclasse com a perfeição do momento.
À medida que o desenho ganhava vida, a garota teve a impressão de ver a flor que Lyney havia deixado, brilhar suavemente nas suas mãos. Era como se a flor tivesse magia e a magia estava ali para guiá-la, para inspirá-la a ver além do que estava à sua frente. [Nome] sorriu, não podia negar que aquela flor tinha algo especial.
A brisa se intensificava e o vento, que agora dançava entre os galhos das árvores, parecia sussurrar algo para ela. Era como se Fontaine estivesse falando, como se a cidade estivesse esperando que suas histórias fossem ouvidas. Talvez, [Nome] pensou, aquele seria o momento para ouvir essas histórias.
Com um último traço, ela completou o desenho, agora mais do que apenas uma representação da paisagem. Era uma homenagem à vida, ao caos e à beleza que ainda persistiam. [Nome] olhou para o horizonte, onde as cores do céu estavam se misturando.
E então, sentiu uma presença. Não era Lyney, mas algo mais sutil, talvez a própria Fontaine, com suas memórias e histórias. Olhou para a flor que ainda segurava e, com um sorriso leve, murmurou para si mesma:
- Talvez a magia esteja realmente em ser capaz de ver a beleza nas imperfeições.
E com isso, ela se levantou, guardou o desenho e a flor em sua mochila e começou a caminhar de volta para a cidade, sentindo o vento em seu rosto e os primeiros sinais de uma nova jornada de inspiração se desvelando diante dela.
