Cap 20

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Anna De Cleves On

Após nossa discussão seguimos em silêncio, meus enteados estão em uma carruagem a nossa frente indo direto para uma pequena clareira que fica alguns quilômetros do castelo, posso sentir o corpo de Henrique colado ao meu e sua respiração em meu pescoço.

O olho de esguelha é posso ver o sorriso safado em seus lábios, bufo irritada era só que me faltava viu, homem parece tudo besta!

- O que foi rainha está nervosa?- Pergunta colado em minha orelha o que me faz arrepia.

- Por que estaria nervosa?- Pergunto no mesmo tom que o seu, e apenas sinto um aperto firme em minha cintura, suspiro alto sentido o meu corpo inteiro se arrepia.

- Com minha presença esposa... por que não desistir Anna? Por que não se entrega e paramos de brinca de gato e rato?- Sua voz rouca em meu ouvido me faz fecha os olhos e bufa meio irritado por Henrique ter esse poder sobre meu corpo.

- Seria fácil não? Quanto tempo?- Pergunto e posso sentir seu corpo tensionar.

-Quanto tempo? Não entendi- Diz e posso sentir o tom confuso em sua voz.

- Quanto tempo Henrique até você enjoar de mim, se me entrega a você quanto tempo irá me dar até encontra sua nova atração? Quanto tempo pra mim se envia a um convento ou pior se morta em mais uma tentativa inútil de separação? - Pergunto vendo as árvores ao nosso redor passar rapidamente e oa cascos do cavalo bater forte contra o chão e sua relva.

- Anna, eu ...- Ele tenta falar mais o interrompi bruscamente enquanto a carruagem pertence velocidade anunciado sua parada.

- Você o que Henrique? Não faria isso? Me poupe de suas palavras vazias, tudo que você toca e destruído por sua própria ganância, eu estou brincando com você Henrique no seu próprio jogo e advinha eu estou ganhado- Digo suave ouvido sua respiração fica pesada e antes que ele me responda o cocheiro anuncia nossa chegada ao local do pequinique.

- Essa conversa não termina aqui, Anna!- Diz e descer do cavalo e me ajudar a descer segurando firme minha cintura.

- Sei que não- Digo e me afasto indo de encontro às minhas enteadas que estão admirando o pequeno bosque que tem enormes árvores e uma sombra gostosa para fica.

- Aí Anna aqui tão bonito- Diz Mary olhando encantada para todo o lugar, sorrio ser princesa e um porre mesmo viu, aposto que Mary nunca saiu do castelo para nada.

- E um lugar magnífico mesmo, estava pensado que um dos bailes do seu pai poderia ser um chá da tarde em um lugar assim- Digo revelado meus planos e posso ver os olhos dela brilha.

- Seria magnífico, minha rainha- Ouço a voz de Henrique e suspiro tentando não mostrar meu desconforto por toda a nossa conversa anterior.

- Aposto que toda a nobreza iria adora uma tarde de bebidas e conversa nesse bosque, aqui parece mágico- Diz Mary absorta do meu desconforto, suspiro o ar até então limpo da natureza e posso sentir as vibrações mágicas por todo o lugar.

- Altezas está tudo pronto- Ouço a voz de uma criada e sorrio vendo o chão coberto com uma coberta grande e confortável onde o pequeno Eduardo está sentado ao lado de sua babá.

- Está perfeito, vamos que a cozinheira hoje caprichou na comida- Digo e puxo Mary e Elizabeth que até esse momento está quieta.

- Será que terá bolo?- Pergunta com sua voz infantil e sorrio levemente, Elizabeth ainda é apenas uma menina inocente e que não ver a maldade de ninguém e isso traz um quentinho no peito, por saber que apesar de tudo a mesma ainda continua uma criança inocente.

- Sim pedi especificamente que tivesse todas as sobremesas que você adora, assim como as comidas favoritas de Mary e Eduardo também- Digo e a mesma pula empolgada.

Em seguida estão todos sentados no chão em um coberto e rindo de histórias antigas sejam minhas ou de Henrique, ele conta sobre seu irmão e como eles sempre foram colados e como aprontaram em sua infância.

Eu cito um pouco das travessuras que meus irmãos e eu aprontava quando escapavamos de nossa mãe e babás, suspiro pensado que somente nessas lembranças a verdadeira Anna era feliz, e de repente sinto uma leve pontada no peito como se Anna ainda estivesse aqui dentro, vendo tudo se desenrolar de forma cruel e sem ter o poder de controla sua vida.

- Está tudo bem Anna?- Ouço a pergunta de Henrique e sorrio levemente, não quero estragar o dia ainda mais para as crianças que mal tem tempo com seu pai.

- Esta tudo ótimo, apenas sinto falto dos meus irmãos - Digo com um sorriso fraco e o mesmo segura minha mão firme como quisesse me da algum apoio.

- Sei como é, você poderia envia cartas e convida-los para passa uma temporada aqui- Diz suave e o olho surpresa e meio desconfiada.

- Sério? Seria ótimo! - Digo meio feliz e com sentimentos conflitantes dentro de mim, posso ouvir meu coração batendo fortemente que chega a ecoa por meus ouvidos, e de alguma forma minhas bochechas arderem levemente e me pergunto que estou sentido.

- Tudo para vê-la feliz, minha rainha- Diz e me olhar de um jeito que me faz suspira alto.

Então me afasto um pouco e pego um pedaço de banana e entrego para Eduatdo que sorrir com inocência que si uma criança tem e isso me faz distrair do que estou sentido.

Anna De Cleves não pode gosta desse paspalho!

Eu não posso e não irei me apaixonar por esse paspalho!

Olho em seus olhos e em sinto perdida com o sentimento que me imunda de repente me fazendo arfar com medo e frustração.

Merda! Eu estou apaixonada por esse paspalho e posso me fuder bonito se cair em seu braços!

Foco Anna!

Foco!

Henrique VIII Tudor nunca iria amar ninguém, seu ego só o faz amar a si próprio, ama-lo e o mesmo que se condenar a uma morte horrível com Anna Bolena!

Queen RejectedOnde histórias criam vida. Descubra agora