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Jisung estava jogado no sofá do apartamento de Hyunjin assistindo Malévola quando sentiu uma presença se aproximar. Sorriu pequeno ao ver a cara amassada de sono do namorado mais novo.
"Não vem dormir?" perguntou Felix baixinho, ainda meio perdido no próprio sono.
Sorrindo para a atitude do loiro, ele concordou com a cabeça e se levantou do sofá, tomando a mão do outro na sua.
"Você fica ainda mais adorável com essa carinha de sono, sabia?" murmurou o Han, depositando um beijo leve no nariz de Felix antes de desligar a televisão e segui-lo até o quarto.
O Lee se acomodou no seu lugar no meio da cama, logo sentindo os braços de Hyunjin envolverem sua cintura e um suspiro quente se espalhar pela sua nuca. Jisung observou a cena com um sorriso bobo. Era ridiculamente fofo como eles sempre buscavam conforto um no outro, como pareciam se encaixar tão perfeitamente, como seu coração parecia crescer e transbordar de amor apenas por testemunhar gestos tão simples todas as noites.
Ele poderia ficar ali por horas só admirando a calmaria dos seus namorados. E ficaria, se não fosse por um chamado baixinho de "amor, vem", e ele não seria louco de recusar. Logo se aconchegou ao lado de Felix, que sorriu pequeno ao desejar boa noite quando suas pernas se entrelaçaram.
"Pensei que ia trocar a gente pelo filme" sussurrou Hyunjin, ainda sonolento.
"Pensei que o senhor estava dormindo" provocou Jisung.
"E quem disse que não estou?" resmungou o Hwang, puxando o braço do outro para mais perto.
"Eu jamais trocaria vocês por nada" confessou Jisung, fazendo um carinho suave na cintura do maior enquanto ele se entregava novamente ao sono. "Acho que nem sou mais capaz de ficar longe de vocês" murmurou, percebendo as respirações se tornarem mais leves. Era quase como revelar seu segredo mais precioso, com um sorriso apaixonado antes de se juntar à serenidade dos dois.
Poderia soar bobo ou coisa de conto de fadas, mas os três compartilhavam o mesmo sentimentos e sensações. Não que dessem nome a tal fenômeno — destino, acaso, "era pra ser" —, só sabiam que, de algum jeito inexplicável, estava nos planos do universo que seus caminhos se cruzassem, que se apaixonassem, que grudassem daquele jeito absurdo, que fizessem parte da vida uns dos outros e que caíssem naquele amor de toda alma e coração.
Mesmo que o "para sempre" não exista, eles fariam de tudo para que o tempo que tivessem juntos valesse por todos os "para sempre", assim como era dito em cada conto de fadas que viviam maratonando juntos.