Primeira noite

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S/N NARRANDO

— Então é assim? — a voz de Han cortou o silêncio como uma lâmina quente na pele. Seu olhar me queimava mais do que qualquer fogo que eu já conheci.

Eu não tive tempo de responder. Ele já estava perto demais.

— É ele agora, né? — Han disse, os olhos em Felix, mas as mãos em mim. — Mas e se for a gente? Nós dois. Agora.

Felix me puxou pela cintura, roçando os lábios no meu pescoço enquanto falava contra minha pele:

— A gente pode dividir você, preciosa... se você quiser. Ou melhor... se você aguentar.

Meu corpo já estava em chamas.

— E você, Han... — murmurei, puxando-o pela camiseta. — Vai me tocar... ou vai só assistir?

Ele gemeu baixo, encostando a testa na minha, a respiração acelerada. Os olhos ardiam de desejo e entrega.

— A única coisa que eu quero... — ele disse, com a voz rouca, grave, real — ...é ser seu.

Foi aí que tudo desmoronou.

Os dois ao meu redor. Dois corpos famintos, quentes, e ao mesmo tempo... cuidadosos. As mãos de Felix estavam nas minhas coxas, subindo devagar. Já as de Han... seguravam minha nuca como se eu fosse feita de vidro. Eles me tratavam como algo precioso — e ao mesmo tempo, desejado com tanta urgência que parecia queimar a pele.

Felix sussurrou no meu ouvido:

— Me deixa ver você... inteira.

Han ficou atrás de mim, deslizando os dedos pela minha cintura, me puxando contra o peito dele.

— Você é linda demais... é pecado o que a gente tá pensando. — ele gemeu, roçando os lábios atrás da minha orelha.

— Então comete esse pecado, Han... — respondi baixo, arqueando o corpo entre os dois.

Felix se ajoelhou diante de mim, levantando minha saia com um olhar devasso e, ao mesmo tempo, quase reverente. Como se eu fosse sagrada.

Han me segurava forte, como se o mundo fosse explodir se ele me soltasse. Sua boca foi até meu ombro, depois minha clavícula... mordendo de leve, marcando território.

— Eu quero ouvir você, — sussurrou Han. — Sentir cada som que sai da sua boca quando for nossa.

E quando Felix finalmente me tocou... eu perdi o ar. A língua dele era lenta, molhada, experiente. Enquanto isso, Han mantinha meu corpo firme contra ele, uma das mãos descendo até o meio das minhas pernas por trás, estimulando junto, como se conhecesse todos os meus pontos fracos.

Meus gemidos eram abafados pela boca de Han, que me beijava forte, possessivo. Quase como se dissesse "minha" a cada movimento da língua.

— Vocês são meus... — murmurei, quase sem voz, as pernas tremendo. — Só meus.

Han sorriu contra meus lábios, ofegante.

— Sempre fomos.

E ali, entre os dois, eu me perdi. Na intensidade. Na paixão. No toque. No sentimento.

Na certeza de que nunca mais seria só uma garota entre monstros. Eu era o próprio veneno deles. A razão da fome.

E eles estavam mais do que dispostos a me devorar.

—Felix se afastou por um segundo, os lábios e o queixo molhados. Ele lambeu devagar, saboreando meu gosto.

— Ela é doce... tão doce que eu poderia morrer assim, entre as pernas dela.

Han apertou minha cintura com força, me puxando mais ainda contra a ereção dele, que pressionava minha bunda. Dura, pulsante, implorando pra me sentir.

— Felix, deita ela pra mim. Agora.

Num piscar de olhos, Felix me pegou no colo, e Han puxou uma das cobertas da cama , deitando ali comigo. O edredom estava frio, mas os dois... queimavam. O contraste fazia minha pele arrepiar.

Han estava por cima de mim, me olhando como se não existisse mais nada no mundo.

— Posso? — perguntou com os olhos, mesmo com o corpo já tremendo de vontade.

— Sou sua, Han... sempre fui.

Ele baixou a calça devagar, tirando também a minha calcinha já encharcada. Se posicionou na entrada, e eu ofeguei com o toque quente e latejante do seu membro roçando nos meus lábios inferiores.

— Você é perfeita... por dentro e por fora — ele gemeu. — Me deixa entrar, devagar...

Quando ele começou a me preencher, cada centímetro parecia esculpido só pra mim. Ele parou quando estava inteiro dentro, o rosto colado no meu, o peito subindo e descendo.

— Respira comigo, linda... sente a gente assim.

Felix se deitou ao meu lado, distribuindo beijos na minha barriga, nos meus seios, lambendo os mamilos duros com vontade.

— Ela aperta tanto... — Han sussurrou contra meu pescoço, começando a se mover, lento, profundo. — Parece que meu corpo inteiro vai explodir.

Eu gemia alto, agarrando os cabelos dele enquanto Felix me lambia com adoração. E então, como se lessem meu corpo como um livro aberto, os dois intensificaram os movimentos...Han estocava mais forte. Cada movimento dele fazia meus olhos revirarem.

— Acha que aguenta nós dois assim? — Felix murmurou, os olhos selvagens. — Um te comendo por dentro... o outro te lambendo por fora...

— Eu quero... os dois... não para, por favor.

Han me virou de lado, me puxando pela perna enquanto continuava metendo. Felix ficou atrás de mim, abraçando por trás, mordendo meu ombro, até que trocassem de posição — e então foi Felix que me penetrou, forte, bruto, delicioso.

Han agora estava sobre meu corpo, beijando minha boca com carinho, me olhando nos olhos como se eu fosse o ar que ele respirava.

— A única coisa que eu quero... — ele repetiu, com a voz falhada de prazer — ...é ser seu. Só seu.

Felix gemia atrás de mim, murmurando palavras no meu ouvido , e apertando minha cintura enquanto se enterrava fundo.

— Vai gozar pra mim, minha vampirinha? — ele provocou. — Sente como seu corpo grita por mim.

E eu gozei. Tão forte que meu corpo inteiro tremeu, minhas pernas falharam, meus olhos encheram de lágrimas. O prazer foi tanto que precisei me agarrar em Han pra não me perder.

Felix se derramou logo depois, ofegante, beijando meu pescoço como se não quisesse sair dali nunca mais.

Han me envolveu nos braços, e ali, entre os dois, suada, marcada, possuída, eu me senti... completa.

Felix sussurrou, a voz sonolenta:

— Vamos fazer isso sempre, princesa. Sempre que você quiser ser adorada assim.

E eu soube, no fundo da alma:

Eu não era só deles.

Eles... eram meus.

Postei e sai correndo, e o primeiro hot q eu escrevo aceito opiniões, relevem qualquer coisa.... Kkkkkkkkkk

Apenas uma garota Histórias para pegar e não largar. Descubra agora