♪¸¸.•*¨*•. AMOR TÃO PURO .•*¨*•.¸¸♪
JOHNNY DEPP É UM ATOR MUITO FAMOSO E TALENTOSO, conhecido por seus papéis icônicos em filmes de aventura.
Amélia Clark, por outro lado, era uma maquiadora artística renomada, que trabalhava nos sets de filmagem c...
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ALEX NIXEL
Eu não pensei duas vezes, saí correndo, pulei no carro e saí cantando pneu, sem nem olhar pra trás.
A Amélia tentou me segurar, pediu pra eu ficar com o Jack, mas eu não podia. Era a Julia. Minha esposa. Minha vida. Eu precisava estar com ela.
Cheguei ao Hospital Geral de Los Angeles em tempo recorde, o Camaro derrapando no estacionamento. Joguei as chaves pro manobrista sem nem olhar e corri pra entrada, o peito apertado, o ar faltando.
A recepção tava cheia, o cheiro de antisséptico forte, e eu me joguei no balcão, interrompendo a recepcionista que falava com outra pessoa.
- Julia... Julia, minha esposa - falei, a voz saindo embolada, ofegante. - Ela tá aqui. Foi atacada. Onde ela tá? Ela tá bem?
A recepcionista, uma mulher de meia-idade com óculos, me olhou com calma, mas eu via que ela tava acostumada com gente desesperada.
- Senhor, me diga o nome completo dela, por favor - ela disse, já digitando no computador. - Julia... Julia Nixel - respondi, passando a mão pelo cabelo, tentando respirar. - Ela entrou agora, machucada. Por favor, me diz que ela tá bem.
Ela olhou a tela, assentiu e apontou pro corredor à esquerda.
- Ela tá na ala de observação, quarto 214. Tá estável, com pontos no joelho e hematomas, mas tá consciente. Pode ir, mas mantenha a calma, tá?
- Valeu - murmurei, já correndo pro corredor sem esperar mais.
As palavras eram um alívio, mas eu precisava ver com meus próprios olhos.
O hospital era um labirinto de corredores brancos, enfermeiras passando com carrinhos, o som de monitores apitando. Encontrei o quarto 214 e abri a porta com cuidado, o coração na garganta. Lá tava ela, minha Julia, deitada numa cama, o rosto pálido, mas com aquele brilho nos olhos que eu amava. O joelho dela tava enfaixado, o braço com um roxo feio, e ela segurava um copo d'água com a mão tremendo um pouco.
Quando me viu, os olhos dela se encheram de lágrimas, e ela tentou sorrir.
- Alex - ela disse, a voz fraca, mas cheia de alívio.
Eu corri até ela, ajoelhando ao lado da cama, segurando a mão dela com cuidado pra não machucar.
- Meu Deus, Julia, você tá bem? - perguntei, a voz quebrando enquanto olhava cada detalhe dela, como se precisasse ter certeza que ela tava inteira. - Por que você não me ligou?
Ela enxugou uma lágrima, o sorriso tremendo.
- Tô bem, amor. Só... machuquei o joelho e o braço. Foi rápido, eu não consegui ligar. Um cara me ajudou, me trouxe aqui. Eu... eu dei o número da Amélia pros médicos.