Oiie, espero do fundo do coração que esteja bem. Pegue um chá, café ou água, vá em um lugar calmo e sossegado e aproveite a leitura 💖
Ou pegue um chocolate quente pelo frio do Alaska que está fazendo 😅
Abrir e fechar os olhos era como se fosse a mesma coisa, o contato com a água fazia meus ossos tremerem, mas nada se comparava aquilo. Foi doloroso. Meu pulmão expulsou todo o líquido, meu corpo se projetou para frente várias vezes. A falta de ar era desesperadora.
Era eu ali? Como assim?... Por que eu estou vendo isso se eu estou ali?
Uma luz irradiou entre mim e Shin. Uma luz dourada como o sol do meio-dia, e ela me aqueceu, subiu pelo meu corpo como se me pintasse com ela mesma. Uma mão colossal surgiu da luz, feita de pura energia. Seus dedos longos e brilhantes se entrelaçaram, aprisionando nós dois no meio daquela dimensão suspensa.
Então veio o silêncio.
E logo depois, a escuridão.
Meu corpo afundou. Meus pensamentos afundaram. Meu nome, meu propósito, minha raiva... tudo ficou distante.
Até que, de novo, eu abri os olhos.
Mesmo frio. Mesmo vento. Mesmo bosque. Mesmo Shin.
"Veja o que quiser, veja meu nascimento até o momento em que te trouxe pra mim."
O mesmo diálogo. O mesmo olhar. Eu... Mas eu já vivi isso, não vivi?
No meio de minha confusão do deja vu, algo se destacava demais no meu pescoço para que eu não o notasse. Meu colar. Ele pulsava, como um coração adormecido.
Toquei nele. Imediatamente, uma lembrança me invadiu.
Uma menina pequena correndo por campos floridos. Risos. Uma mulher de olhos semelhantes aos meus lhe entregando o mesmo colar, com mãos gentis e voz serena... era a mãe de Shin.
Mahina: Um dia, quando a dor for demais e o ódio obscurecer um coração... que isso a lembre de quem ela é.
A lembrança se dissipou como fumaça.
S/N: O que é isso...?- murmurei.
A água. O rio. A dança. Tudo aconteceu de novo. E eu morri. De novo.
Mas a consciência não foi embora. Eu acordei. De novo.
Não! Que porra é essa?! Por que eu não consigo simplesmente morrer?! O ódio me fez chorar, tentei me matar antes que tudo se repetisse outra vez.
Mas... nada mudou. O loop continuou. E o colar pulsava. A cada morte, uma lembrança esquecida era devolvida a mim.
S/N: O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI?!- Sacudi Shin, mas ele parecia tão perdido quanto eu.
Morri pela quarta vez.
Mas, dessa vez, não chorei, eu não conseguia nem mais chorar. A água me tomou com a frieza que eu já não suportava mais, a dor já era familiar, como um velho inimigo que você sabe que não pode vencer, apenas suportar. E então... escuro. Silêncio. Depois... a luz dourada.
O colar brilhava com mais intensidade agora. Como se reagisse à minha entrega. Ao meu cansaço. Toquei nele de novo. Não por curiosidade, mas por instinto. E uma voz ecoou imponente.
- O que está fazendo é injusto.
Voltei para o bosque com um solavanco.
S/N: Injusto?- Não sabia com quem falava, mas respondi com aspereza.
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Aquele Na Akatsuki
FanfictionAtenção: Conteúdo maduro, Não é indicado para menores de 18 anos 🔞 Uma historinha na nossa amada Akatsuki com todos aqueles gostosos, aqui vamos passar rodo em geral e no final com quem será que vamos ficar ? Essa fanfic é inspirada no anime Narut...
