O dormitório.

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( Posto o próximo cap quando tiver 50 estrelinhas e 50 comentários, preciso engajar a história! 💗

— E por favor! Olhem pra ver se não estão pulando nenhum capítulo, pois eu estou postando e não está chegando a notificação pra vocês, muitos estão lendo fora de ordem e assim fica cada vez mais confuso.

Isabella Parker

Finalmente chego na frente da sala que eu espero ser a diretoria, era uma porta enorme, vários metros de altura.

— Se esse negócio cai na minha cabeça, eu vou dessa pra melhor. - Sussurro observando a porta, até que a mesma abre.

Entro na sala cuidadosamente, olhando para todos os lados desconfiada, ultimamente eu ando muito insegura e medrosa com tudo, sempre acho que algo pode acontecer.

— Com licença?! - Peço enquanto entro, até que sinto duas mãos no meu ombro e eu viro com tudo, prestes a dar um tapa, até que eu observo a mulher.

— Calma lá, tá tudo bem, aconteceu alguma coisa? O que você procura aqui? - A mulher que eu suponho ser a diretora pergunta.

— Quem é você? - Pergunto e a mesma aponta pra vários quadros, que só afirmavam ela ser a diretora.

— Ah, me desculpa! Eu queria pedir transferência. - Peço e a mesma assentiu com a cabeça.

— E o seu responsável? - Ela pergunta.

— Eu sou órfã. - Digo fielmente.

— Nossa, desculpa! Que insensível. - Ela disse e eu apenas balancei a cabeça, querendo dizer que não era nada. — Bom, eu vou precisar dos seus documentos e de alguém maior de idade para vir assinar. - Ela diz e eu concordo com a cabeça.

Puta merda, quem eu chamo? O Gustavo sem chances, ele vai aprontar alguma. Minhas amigas são menores de idade e a minha mãe sem condições. Tem o Ph, com um bom suborno eu acho que ele assina.

Vai levar questão de tempo até a minha mãe descobrir que eu estou aqui, mas eu não quero que ela interrompa a transferência, comigo já estando aqui será mais difícil dela tirar depois, pois precisa do meu consentimento.

— Eu vou ligar rapidinho, pode ser? - Pergunto e a diretora assentiu com a cabeça.

Caminho rapidamente até o lado de fora da sala e rapidamente ligo pro meu irmão.

— Pedro Henrique? Tá sozinho? - Pergunto.

— Pra onde você foi? Tem ideia do tanto que a mãe ficou gritando no porão? - Escuto ele dizer, na verdade não, estava acontecendo tanta coisa que eu esqueci dela.

— Eu preciso da sua ajuda, vou ficar em um colégio interno, eu preciso que você venha assinar, e por favor, não conta pra absolutamente ninguém. - Sussurro no telefone para certificar que ninguém do lado de fora ouviria.

— Você sabe vai levar questão de tempo pra mãe descobrir que você está aí né? E se ela saber que eu to sabendo, isso vai sobrar pra mim. - Ele disse e eu suspirei.

— Por favor! Eu te pago em cédula assim que você chegar aqui, te dou quanto quiser, só por favor, desvie as cartas que forem chegando com o meu nome, documentos e coisas do tipo, queima pra ela não ter rastros. - Digo e o mesmo desligou a ligação.

— Puta que pariu, isso foi um sim? Eu espero que tenha sido um sim. - Falo guardando o celular desesperada e entro na sala novamente, me deparando com uma figura masculina bem alta saindo da mesma.

Como eu não vi que tinha mais alguém lá dentro?

Ignoro e atravesso a porta, até ser puxada pra fora novamente.

Sombras do passado.Onde histórias criam vida. Descubra agora