Cap. 23

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--ME SOLTA, POR FAVOR NÃO ME MACHUCA - Grito enquanto aquele mesmo homem me joga na cama de forma brusca, ele rasga a minha blusa e começa a passar a mão pela minhas pernas e eu choro, grito mais uma vez e ele tapa minha boca.

-- shiiiiu ! Caladinha, se você colaborar... Não vai nem sentir nada- fala dando leves beijos em meu pescoço

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-- NÃO - grito e olho em volta, estou suada e chorando muito. Aliás é só o que tenho feito ultimamente, desde que os dois entraram assim na minha vida, ela virou de cabeça para baixo.

-- kat, o que foi? O que aconteceu, meu amor? Por que você tá assim?

-- Na..nada, não, não aconteceu na..da - falei entre soluços, chorava muito, aquela lembrança sempre vinha à tona, nunca conseguiria me recuperar.

-- Calma, não precisa ficar assim, eu estou aqui, foi só um pesadelo - não, não foi só um pesadelo, foi memórias, memórias que eu quero esquecer, porém não consigo. - vou pegar um copo de água para você.

-- NÃO... Não me deixa, por favor.

-- okay... Então vem comigo -ele fala e me pega pela mão de forma carinhosa, aperto meu corpo contra o seu em forma de um abraço e ele retribui.

Descemos as escadas silenciosamente e fomos para a cozinha. Ele pega um copo e enche com a água.

-- estou com fome...

-- se não estivesse seria novidade -fala sarcasticamente e nós rimos.

Fico o observando enquanto ele pega um pote de sorvete e duas pizzas brotinho, só aí percebo que ele está de samba- canção, rio da situação e ele me olha.

-- Do que estás a rir ? -aponto o motivo e ele ri também.

Pego as pizzas das suas mãos coloco para esquentar. Sinto uns braços longos me agarrem por trás pela minha cintura e me viro apoiando os braços na bancada, Cauã coloca seu rosto entre meu pescoço e meu cabelo e me arrepio, ele dá leves Beijos em meu pescoço e eu recuo um pouco, passa sua mão direita pela lateral do meu rosto acariciando e deixa um leve Beijo em meus lábios, dou a iniciativa de um beijo mais profundo e ele permite, ele me sobe na bancada e coloca minhas pernas envolvendo sua cintura, deslizei minhas mãos sobre seus braços e em seguida pela sua barriga perfeitamente definida. Escutamos um barulho e nos afastamos.

-- vem -ele me tira da bancada e pega as coisas, olho na geladeira e tem uma garrafa de refrigerante, pego-a e mais dois copos também - vamos para a sala?

-- acho melhor seu quarto, aí podemos assistir filmes enquanto comemos deitados

-- okay, então vamos - ele vai subindo e eu o seguindo. Chegando em seu quarto deixo o refrigerante no chão e abro a porta e pego o refri. Nós entramos e nos deitamos, comemos e ele escolhe um filme " guardiões da galáxia" adoro esse filme.
Olho no relógio e já é 23:45 da noite, me assusto pois o tempo passou rápido.

-- acho melhor dormimos-falo enquanto me ajeito na cama macia e super confortável

-- também acho, amanhã a Maria limpa tudo

-- não precisa jogar na cara que você tem uma empregada que faz tudo por você, seu mimado-falo ironicamente e começo a rir.
-- foi mal, haha não quis falar dessa maneira, e ela está mais para uma segunda mãe do que uma empregada-fala e me embrulha- ela trabalha aqui desde que eu tinha 5 anos

-- hm, que bom que pelo menos um de nós conseguiu achar alguém para ocupar o espaço dolorido que a morte de uma mãe deixa - falo e me viro para o lado ao contrário dele, percebo que a conversa o deixou desconfortável, mas resolvo ignorar seu mal estar e durmo.

Acordo com um despertador infeliz tocando feito um louco. Jogo-o no chão e ele para, é, eu sei que não é meu, mas não tô nem aí.

-- que barulho foi esse? -Cauã pergunta enquanto abre a porta do banheiro, ele estava escovando os dentes, sua boca estava cheia de espuma e uma toalha amarrada em sua cintura.

-- foi só eu jogando seu despertador- falo calmamente

-- até porque é normal ficar jogando o despertador dos outros- fala e ri de si mesmo.

Me levanto devagar e pego minha bolsa, abro a mesma e retiro meu uniforme escolar de lá, pego minha escova e minha toalha e jogo Cauã para fora do banheiro. Ligo o chuveiro e tomo um banho um tanto rápido, me visto e escovo meus dentes.

-- me empresta um pente ? -pergunto já abrindo a porta do banheiro.

-- claro, pode pegar o que está dentro do armário. Quando terminar desça para tomar café, em seguida vamos para a escola. -ele fala e sai do quarto.

-- okay, papai- sussurro, certeza que ele não ouviu.

Escovo o cabelo e vou para a sala de jantar

-- Nossa- fico admirada com a mesa farta. Um lustre em cima da mesa iluminando tudo, um vaso com flores amarelas e um banquete.

-- espero que goste, pedi para que a Maria fizesse para nós.

-- É muito lindo, não precisava tudo isso, principalmente porque eu que estou te devendo depois do escândalo que eu fiz ontem .

-- precisa sim, por você ser essa pessoa incrível - fala enquanto puxa uma cadeira para mim sentar. Sentei e comi

XX

Olá pipoquinhas, sei que tá pequeno, mas eu precisava postar isso o quanto antes, para lhes desejar UM FELIZ NATAL, não pude fazer o natal para eles porque é como se eles ainda estivessem no meio do ano. Eu queria postar isso na meia noite, porém não consegui.

Um feliz natal pipocas, amo vocês, lhes desejo tudo de bom, que vocês tenham curtido bastante a ceia de vocês com suas famílias e amigos, que vocês continuem espetaculindos como vocês são e... credo, tá parecendo mais uma despedida do que um voto de Natal e falando em voto não esqueçam de votar ^-^. Para a tristeza de vocês, vocês ainda não vão se livrar de mim. Mas é isso galera, Feliz Natal *-*

Obs: sobre o pesadelo da kat, vocês ainda vão ter uma enorme surpresa, acho que ano que vem o livro já termina :( porém até lá ainda vamos viver muitas coisas :)

Bye, Feliz Natal e Beijos de sua escritora marrenta

Conflitos De Uma Marrenta Onde histórias criam vida. Descubra agora