Capítulo 4

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Aí.Meu.Deus.

Eu preciso respirar fundo,tenho que me acalmar,ele não pode atirar em mim.

-Você ainda não percebeu não é? Eu paguei você para me satisfazer de todas as formas menina burra. Adoro ver uma novinha sofrendo.

Velho nojento! Será que ainda não percebeu que já passou a sua época de brincadeira? Estou quase falando isso quando percebo que se eu não segurar a língua ele vai me bater mais e...bem, acho que já vou ficar roxa o suficiente e nem quero uma bala dentro do meu crânio.

Então eu apenas levanto a cabeça eu o encaro.

-Boa garota. Agora, você vai fazer exatamente o que eu mandar.

-Eu...eu não posso transar.

-O que me faria acreditar em você?

-Eu estou menstruada.

Na verdade eu não estou, mas se precisasse me cortar pra esse velho não me tocar eu cortaria.

-Você é virgem?

-Não - quase grito.E realmente não sou, mas esse homem com a arma apontada para mim está me deixando meio deseperada, por isso respondi tão rápido.

-Bom, você ainda pode trabalhar com a boca!

O que? Não, nem fodendo, eu não posso fazer isso nesse velho escroto.Acho que ele viu minha cara de negação porque logo diz:

-Não, nem pense em negar putinha. Você gostou de apanhar foi?

Antes que eu pudesse negar ele me dá um soco no olho esquerdo e eu sinto ele se fechando pela dor.

-Hum...Acho que isso foi suficiente. Agora, eu quero gozar nessa sua boquinha.

Urgh! Eu vou vomitar, é sério! Me sinto até tonta só de pensar na possibilidade de fazer isso nele.

Ok, também com nojo, mas eu não quero morrer agora.Muito menos com uma bala na minha testa.

Pois é subconsciente,nem eu.

Vejo ele desfivelar o seu cinto com uma mão só enquanto a outra mantém a arma na minha cabeça. Ele tira a calça e vejo que ele está é de samba - cançã.Acho que é por causa da idade mas tenho certeza que ele não fica mais duro que isso (risos internos).

Ele tira o resto de roupa e...Eu não vou descrever o pau dele, porque estou quase vomitando só de olhar. Agarra meus cabelos com uma mão e empurra minha cabeça até sua intimidade. Eu mostro resistência e ele aperta mais a arma na minha cabeça.

Começo a chupar lentamente e dentro de segundos sinto meu rosto molhado com as lágrimas. Isso é tão humilhante e nojento, ser chamada e ser obrigada a agir como uma prostituta, porque é isso mesmo.

Eu estou dando prazer para um velho por dinheiro, a única diferença é que esse dinheiro vai para minha mãe problemática e não para mim.

Vejo ele começar a se contorcer e agradeço a Deus por aquilo estar acabando. Começo a usar as mãos para ele vir mais rápido e logo sinto ele gozar dentro de mim.Finjo que estou engasgando e aí posso jogar toda a porra fora sem engolir. Ótima tática afinal.

-E não é que a puta é boa nisso? Até parece que gostou né safada? Vem, vamos pro seu quarto que estou satisfeito por hoje.

Gostei? GOSTEI? Esse cara com toda certeza é um psicopata.

Graças a Deus eu vou ter um quarto separado. Depois que ele vai embora eu sento no chão do meu quarto e começo a chorar.

Sinto meu olho doer muito e percebo que isso vai precisar de gelo.Desço as escadas e começo a rodar pela imensa casa até achar a cozinha.Chego lá e tem uma mulher que aparenta ter uns 25 anos de costas para mim e com roupa de empregada.

-Com licença moça,você poderia me dar um pouco de gelo?

-Ah, claro que sim, você deve ser a noi-Ela se vira de frente para mim-Meu Deus, o que é isso no seu olho?

Resolvo que não vou mentir e nem inventar desculpas .

-Foi o Jake,eu acho que ele é meio...agressivo.

-Meio agressivo é elogio, aquilo é um brutamonte.Oh, me desculpa pelo palavreado senhora.

-Sem problemas, eu também odeio ele e pode me chamar de Anne. Qual o seu nome?

-Katherine. Eu vou pegar seu gelo.

Ela vai até o congelador e tira de lá uma barra congelada,envolve em um pano e me dá.

-Posso te fazer uma pergunta meio indiscreta senho...Anne?

-Claro.

Katherine na mídia.

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Por obrigaçãoOnde histórias criam vida. Descubra agora