[141223] Vinte e Três de Dezembro de Dois Mil e Quatorze. Manhã de Segunda-feira.
(P.O.V Jeonghan)
Um abraço quente, capaz de fazer Jeonghan esquecer-se do clima frio em Seoul, era o calor de Seungcheol. Abre seus olhos aos poucos, acostumando-se com a claridade do ambiente, e percebe que o mais velho estava preso em seu corpo como um imã, não sairia dali sem acordá-lo. Respira como pode, já que todo o peso dele estava em si, e quando passou a raciocinar melhor, percebeu que havia algo a mais ali. Não poderia ser isso.
Jeonghan remexe-se novamente, e tende por ter certeza do que imaginava, Seungcheol estava com uma ereção matinal, e devido a conchinha em que estavam, Jeonghan estava na pior situação de sua vida.
— Mil vezes merda. — Sussurrou baixinho.
Tentava soltar-se, mas apenas causava mais atrito dos corpos, e isso fazia cada pelo de seu corpo arrepiar-se. Sua situação vai de mal a pior quando sente um beijo em sua nuca.
— Bom dia, babyboy. — Falou com a voz rouca, fazendo com que uma gotícula de suor escorresse na espinha de Jeonghan.
— Bom dia, amor. — Diz tentando não parecer frio.
Seungcheol agarra sua cintura o puxando mais para perto, não é possível que ele esteja fazendo tudo sem querer. Para a tristeza de Jeonghan, um gemido escapa por seus lábios quando sente novamente o membro do maior em suas nádegas.
— Você está bem? — A pergunta sai de forma travessa.
— Eu te odeio, Seungcheol. — Esbraveja.
— Eu sei que está gostando, só está nervoso. — Os beijos saem da nuca de Jeonghan e vão chegando em suas costas, o fazendo relaxar no ato. Sua mão vai inconscientemente para trás, agarrando a ereção de Seungcheol e o fazendo gemer.
Jeonghan queria jogar-se em um buraco, mas já estava feito, tinha que continuar. Virou-se de frente para o maior e passou a ver suas expressões de prazer com a pequena massagem que fazia. Gemidos roucos saíram de sua boca, excitando ainda mais Jeonghan.
Leva sua mão para dentro da cueca de Choi, alcançando seu membro e o puxando para fora, sentindo sua boca aguar em seguida, mas se contém em apenas iniciar movimentos lentos de vai e vem.
Seungcheol o encarava enquanto gemia, e Jeonghan jurou que poderia morrer ali mesmo, naquele quarto de hotel. Após alguns minutos a respiração do mais velho já estava descompassada, logo ele se desmancharia nas mãos de Jeonghan e assim foi feito. Yoon paralisou em seu lugar, não estava acreditando no que aconteceu.
— Abre os olhos, meu amor. — Ouve a risada gostosa de Seungcheol, e cobre seu rosto em um movimento negativo.
— Está com vergonha? — O outro pergunta enquanto beija as costas de suas mãos.
— Sim — Responde abafado.
— Isso foi fantástico, não fique assim. — Falou conseguindo retirar suas mãos de seu rosto. — Eu te amo, babyboy. — Confessa e deixa um selar em seus lábios.
Jeonghan iria responder, mas Seungcheol saltou da cama e foi para o banheiro, deixando Yoon sorrindo enquanto agarrava o lençol com o cheiro do maior. Seungcheol era tudo que Jeonghan precisava, era mais do que imaginava até, mas algo lhe dizia que tinha alguma coisa acontecendo, um sentimento em seu peito estava tentando alertá-lo de alguma coisa.
Agarrou o pequeno pingente de rosa em seu pescoço, que pegou no quarto de sua mãe biológica para tê-lá como lembrança, e respirou fundo. Levantou e rumou para o banheiro, encontrando Choi por lá.
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Insane
Fanfiction"Para Choi Seungcheol o destino é muito incerto para viver algo tão insano quanto o amor, mas isso não quer dizer que não tenha tentado. Será que estaria disposto a esquecer o passado e tentar novamente? A resposta estará em um site onde duas vidas...
