Desde que nasci já sabia qual seria meu destino. Acho que era assim para quem nasce na realeza. Sou Lorenzo Alexander Thompson III, príncipe de Thompson e consequentemente futuro rei, mas isso só acontecerá depois que achar minha esposa e futura rai...
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Depois de conseguir despistar Victor no terceiro andar, desci novamente e segui ao jardim para mais uma escalada noturna. Só torcia para que ninguém nunca me visse fazendo isso. Seria complicado achar uma desculpa que justificasse essa minha loucura.
— Está ficando bom nisso. — Mabel comentou apontando com a cabeça em direção da varanda.
— Nós fazemos o que podemos. — Sorri e ela assentiu concordando.
— Quer falar comigo? — Perguntou me olhando.
— Sim. — Concordei.
— Se for sobre Naomi saiba que não vou tolerar o desres... — Começou a falar, mas não lhe dei tempo para que terminasse.
Caminhei até Mabel e a puxei pela cintura, já buscando sua boca. Não queria ouvir suas justificativas para não gostar de Naomi, na verdade, acho que podia até imaginar os motivos. Tinha convivido o mínimo possível com a garota para saber que ela podia ser bem inconveniente quando queria, e até quando não queria.
— Sabe que esse é um bom jeito de calar uma pessoa? — Comentou quando nos separamos em busca de ar.
— Na verdade, é uma boa desculpa para beijar você. — Confessei mordendo levemente o seu pescoço.
Vi sua pele se arrepiar e sorri com isso. Sabia que ali era seu ponto fraco e estava usando de propósito, assumo. Minha boca subiu até sua orelha e depois desceu ao ombro.
Caminhei junto com Mabel em direção à cama e a empurrei com cuidado para que se deitasse. Coloquei meu corpo sobre o seu enquanto minha boca percorria seu pescoço e ombro, aproveitando o máximo que podia e conseguia.
Sua respiração era irregular e levantei a cabeça a olhando. Nós nos encaramos por alguns minutos, perdidos um no outro, até Mabel colocar as mãos em meus cabelos e puxar para mais um beijo. Uma das minhas mãos que estava em sua cintura, sem que percebesse já começava a descer e encontrava a fenda da sua saia, que deixava exposta parte da coxa. Ouvi um gemido baixo escapar de Mabel e apertei levemente sua carne macia.
Nossas línguas já não se acariciavam mais e sim disputavam espaço uma na boca do outro. Nós buscávamos satisfazer nossos desejos. Subi minha mão que ainda estava em sua cintura, até chegar a lateral dos seus seios. As coisas estavam esquentando, sabia disso, mas não conseguia parar. Mabel era meu vício.
— Alexander. — Mabel chamou minha atenção.
— Hm... — Murmurei.
— Alexander. — Chamou novamente, mas desta vez com mais firmeza.
Levantei a cabeça e nossos olhos se encontraram. Nossas respirações estavam mais aceleradas. Então lentamente comecei a abaixar sua perna, que já estava engatada em minha cintura.
Sai de cima de Mabel e sentei ao seu lado na cama. Fechei os olhos e passei a mão pelos cabelos, ainda tentando fazer a respiração voltar ao normal. Respirei fundo e abri os olhos novamente.