Capitulo 1 - Tudo Tem Sentido, Razão e Porque.

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Eu estava somente com uma regata super colada e calcinha no corredor do 11° andar do prédio onde morávamos, ai vocês se perguntam o que essa louca tá fazendo ai seminua? Eu te conto. Maia, minha melhor amiga irresponsável deixou a porta do nosso apartamento aberta e uma Tequila muito rapidamente fugiu. Sim, nossa gata se chama Tequila, eu estava despreocupada procurando a bichana, afinal apenas o nosso apartamento era ocupado no andar.

- Tequila! Cadê você pequena? Tequila! - eu chamava. Até que avistei a pequena bolinha de pelos próximo à escada de incêndio.- Finalmente malandrinha!

Peguei ela e estava voltando para o apartamento quando de repente o elevador abre e de lá saem dois deuses gregos com algumas sacolas. Ai minha nossa senhora da bicicletinha me socorre. Eu congelei, eles me olhavam meio assustados pude notar seus olhares sobre o meu corpo, nessa hora Maia abre a porta do apartamento e a gata pula de meus braços.

- Tequila! - exclamo e ela passa entre as pernas de Maia e entra rapidamente no apartamento 502.

- Mana onde ... - ela começa a pedir algo mais olha a cena que se desenrolava no corredor e para. Eu saio do meu transe e sigo para o apartamento normalmente, como se eu não tivesse seminua ali.

- Achei ela. - digo tranquilamente. - Olá vizinhos.- sem esperar a resposta eu entro no apartamento com Maia logo atrás. - É parece que nossos dias de levar o lixo seminuas acabaram. - falo e caímos na gargalhada.

- Lyanna você não existe! - disse ela rindo. - Vamos nos trocar, o plantão começa em breve.

Seguimos para nossos quartos, tomei um banho relachante, sequei meus longos cabelos loiros com cuidado e os prendi em um coque frouxo, passei um creme por todo o meu corpo e vesti um jeans com uma camiseta preta simples, calcei um tenis e fui arrumar minha bolsa. Peguei meu uniforme meticulosamente passado e engomado e o arrumei com cuidado ali, minhas botas já estavam na bolsa coloquei minha Glock G25 no coldre em minha coxa e mais seis cartuchos reservas na bolsa e ajustei o rádio, coloquei o colar que estava o meu distintivo ali também e por último peguei meu fuzil, o desmontei e coloquei na bolsa também. Vesti um sobretudo que esconderia minha arma e segui para a sala onde Maia já estava pronta assim como eu.

- Já dei comida para a Tequila e deixei um bilhete para Cida. - disse ela conferindo tudo, Cida nossa empregada viria amanhã cedo. - Podemos ir? - perguntou e eu acenti colocando a minha bolsa em um ombro.

- Está com suas chaves? - perguntei enquanto fechava a porta. 

- Sim chefe. - brincou a morena. Tive que rir, Maia era uma mulher extrovertida tinha 28 anos assim como eu e é investigadora da policia federal.

Ela tem 1,70 de altura, cabelos morenos na altura do ombro, olhos verdes e uma pele morena de dar inveja, nos conhecemos a vida toda e moramos juntas desde os 18 anos. Entramos no elevador num clima muito agradável, quem nos via assim duas belas mulheres nunca nos imaginava segurando os fuzis e matando bandido. Antes que as portas pudessem se fechar vimos uma mão masculina segura-la e os vizinhos gatos entraram.

- Olá rapazes. - cumprimentou ela em tom amigável, Maia eu conheço seu jogo não dê em cima dos vizinhos por favor, eu apenas coloquei minha cara de delegada fodona e não disse nada.

- Olá senhoritas. - disseram em uníssono eu apenas acenti com a cabeça. - Vocês moram à muito tempo aqui? - perguntou o moreno me olhando, como eu não dei nenhum indicio de que iria responder Maia o fez.

- Há alguns anos. - disse descontraída. Meu celular tocou. Tava demorando.

- Stark. - disse séria. Bomba logo cedo, um caso grande acaba de cair em minhas mãos, mais trabalho. -Merda! - exclamei baixinho e Maia abriu um sorriso diabólico. 

Reaprendendo A Viver (Em Pausa)Onde histórias criam vida. Descubra agora