One Last Chance - Chapter Thirty-four

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One Last Chance - Chapter Thirty-four

Volteeeeiiii, porque prometi que hoje teria atualização dupla e eu costumo cumprir minhas promessas...
Mais uma vez eu tive a ajuda especial da minha melhor amiga, que arrasa muito na escrita... Espero que gostem, boa leitura 😘

One Month Later...

Alyssa e León tiveram alta exatamente um mês após nascerem. Eles foram guerreiros e logo ganharam peso, além de se manterem saudáveis. Lauren não podia estar mais feliz, era ótimo ter os filhos em casa, poder sentir o cheirinho deles, niná-los sem pressa. Além do mais, com a ida dos bebês para casa, Normani finalmente iria descansar. Normani estava fisicamente e emocionalmente esgotada por ter que passar por tudo aquilo, mesmo que ela não demonstrasse, Lauren sabia que a esposa não estava bem.

Any, a cada dia que passava, estava mais perto de conseguir reconquistar Maite, mesmo que a morena estivesse relutante sem querer dar o braço a torcer. Any sabia que estava aos poucos conseguindo mostrar a Maite o quanto a amava. Lívia havia percebido aquilo, mas não era como se ela culpasse May ou Any por tal coisa. Lívia sempre soube que o amor verdadeiro de Maite sempre fora Anahi, e ela sempre ia preferir a felicidade de May acima de sua própria.

Seria uma noite agitada, Any estava promovendo um desfile beneficente e Isabella iria desfilar. Claro que May iria, junto com as melhores amigas e a namorada, prestigiar o desfile e babar na filha.

— Você poderia se apresentar, cantar umas duas ou três músicas.

— Any me propôs isso e bem, eu não iria fazer nada mesmo, então aceitei. -- Mani, que estava inclinada sobre o carrinho dos gêmeos, sorriu.

— Vocês vão ouvir a dinda cantando, meus amores. -- Alyssa estava olhando para Mani, com a mãozinha na boca. Léon estava dormindo. -- Sim, meu amor... Ela cantava para você quando você estava na barriga da Mommy.

— Princesa mais linda da dinda. -- observou a afilhada com um sorriso bobo no rosto. -- Eu acho que essa bolinha quer mamar. -- Mani assentiu e pegou Alyssa no colo. -- Lauren deve estar babando muito, não está?

Mani assentiu enquanto beijava a mão da filha.

— Nós duas estamos. Acho que por eles terem passado um mês internados, nos fez ficar ansiosas para a chegada deles em casa e superprotetoras por medo deles terem que voltar para lá.

— É tão bom te ver com esse brilho nos olhos, com esse sorriso maravilhoso. Eles terem vindo logo para casa foi uma benção. Você estava emocionalmente esgotada, poucas pessoas perceberam porque você tentou se mostrar forte o tempo todo.

— Sim, foi horrível passar por isso. Tipo, eu sei que foi necessário para eles ficarem bem, mas o que eu mais queria era trazer eles para casa. Era doloroso todos os dias ir lá, passar uma ou duas horas com eles e ter que voltar sem eles. Era muito doloroso entrar no quarto deles e ver os berços vazios, mas graças a Deus que eles foram guerreiros e agora já estão em casa, comigo. -- May assentiu. -- Tem dois dias que eles chegaram, acho que eles ficaram mais nos braços de Lauren do que em qualquer outro canto.

Lauren e Lívia iam entrando nesse momento.

— Lógico, tinha que aproveitar meus tesouros. Quando eles estavam internados, eu mal podia tocá-los, raramente eles vinham para meus braços. Então agora eu quero poder sentir o cheirinho deles, sentir essas mãozinhas espertas me tateando. -- deu um beijo no topo da cabeça da filha que já estava quase dormindo. -- Está quase na hora do desfile, já devíamos estar a caminho.

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