13 - Superstição

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Fala gente!

Hoje sim eu posso dizer que é meu primeiro dia de férias, sabadão, não vou trabalhar, hahhh!

Já fiz meu exercício de hoje, 40 minutos nos quais corri 3.15k e caminhei num ritmo alucinante o resto, resultando em 6k de percurso total. Adoro! ;)

Enquanto caminhava como se fosse o vento passando por um bosque (ohhh) eu ficava imaginando qual seria o tema que poderia levantar hoje para nossa 13ª questão...

E isso me levou, logicamente, aqui: https://pt.wikipedia.org/wiki/Sexta-Feira_13

Muita gente considera o 13 um número de azar, mas afinal, sorte e azar existem mesmo?

Vamos falar de uma das minhas experiências neste campo:

No começo do meu casamento (mais de 13 anos atrás, ufa! kkk), eu tinha o costume de jogar pife ou cacheta, como muitos conhecem. Para aqueles que não, é aquele jogo de cartas que você deve permanecer sempre com 9 cartas na mão, onde você tem que formar três combinações, sejam com cartas em sequência do mesmo naipe ou três cartas com o mesmo valor (três reis, por exemplo). Alguns utilizam-se dos coringas que vem com o baralho para ajudar a fazer as combinações, outros viram uma carta e jogam o maço em cima, tornando coringa as duas cartas acima da que virou, da mesma cor. Exemplo: se virar um 4 de ouros, os dois cinco de ouros e copas serão os coringas.

Já explicadas as regras, vamos ao tema em questão.

Eu jogava com minha querida Jack (hoje jogamos também com minha filha Nicole) e ganhava aquele que ganhasse 10 partidas. Havia dias em que eu ganhava todas, deixava ela na "lambreta" e em outros dias eu não ganhava nenhuma partida, podia embaralhar as cartas de ponta cabeça, entregar as cartas de forma diferente e não adiantava nada.

A esse fato eu dou o nome de sorte ou azar, para mim não tem outra explicação. a não ser que você tenha! Vamos, me convença! :)

Algo mais que me recordei:

Um dia tomei uma chuva imensa com a moto que eu utilizava para fiscalização de trânsito. Estava P.L.U.T.O. da vida com um colega de trabalho folgado (pense num cara folgado, eleve à milésima parte e não vai chegar a folga deste rapaz kkk), que me abandonou num local perigoso, onde sinalizávamos uma obra em andamento.

Estacionei a moto bufando e saí correndo por trás de uma perua que estava estacionada e não vi um caibro de madeira que avançava um pouco para fora da carroceria e que estava bem na altura da minha cabeça.

Acabei batendo neste caibro com tudo, um pouco acima do meu nariz (quem rir não vai pro Céu, tô avisando! kkk) e quase caí de costas.

Fiquei atordoado e com mais bronca ainda.

Bater a cabeça neste caibro de madeira foi azar, certo?

No meu caso eu tive sorte! Bem ao lado de onde bati a cabeça despontava a ponta de um prego enorme e se eu tivesse batido com a velocidade em que eu estava, feito um estrago bem grande no meu rosto. A isso eu chamo sorte!

Agora é com você:

a) Você já teve alguma prova na sua vida que a sorte ou o azar existem? Dê-nos um exemplo!

b) Ou você não acredita nestas coisas, tudo não passa de crendices populares...

Estou curioso para saber o que você pensa!

Coragem agora, só faltam 352 dias para acabar o ano... :)

Abs.,

365 Questões - Volume 1Histórias para pegar e não largar. Descubra agora