capítulo 05

454 46 2
                                        

Dimitri

Como as coisas podem mudar tão rápido, há um ano, eu era o padrinho do casamento do meu irmão com a mulher que eu amo. Nesse um ano eu tentei matar esse amor dentro de mim. Estando com outras mulheres, mais o amor não morreu e nem acabou, continuar aqui forte e fazendo o meu coração doer um pouco mais quando penso nela. Estou tentando trabalhar, mas às vezes é difícil me concentrar quando eu só penso na Rose. Meu celular tocar e eu atendo é o Ivan. Sei que ele não tem culpa de amar a mesma mulher que eu. Mais às vezes queria tá no seu lugar para poder amar com todo o meu coração. Eu atendo e me lembro de como é fácil conversar com o Ivan. Mais também me lembro porque precisei me afastar, quando ele me disse que eles estão tentando engravidar foi como ter enfiado uma adaga enfiada dentro do meu coração. Confesso que não estou surpreso com essa informação, mas não deixou de ser difícil para mim ouvi isso. Tratei logo de desligar o telefone prometendo ligar para casa deles. Demorei um pouco para fazer essa ligação. Eu me arrumei para ir para casa. Cheguei em casa, tomei um banho e pensei que quando eu fosse para a casa da minha mãe eu teria que ver o meu sobrinho ou sobrinha. E que eu a amaria, pois seria filho das duas pessoas que mais amo nessa vida. Sentirei um pouco mais ao ver a criança. Eu não aguento mais sofre, se eu pudesse não amaria ela. Teria um grande encantamento por qualquer outra mulher, mas sou heterogênea e isso me causaria um desgaste constante a cada dia. Ligo para ela e a voz dela faz eu me apaixonar muito mais. Falei com ela por um tempo, mas depois ela me disse que o Ivan sofreu um acidente e era para me voltar. Desliguei o telefone e simplesmente fui para a casa. Não me lembro como cheguei em Montana tão rápido. Pois tudo que fiz foi correr para o hospital. E minha mãe já estava lá. Quando cheguei, a primeira pessoa que me viu foi a Roza e ela me viu e correu para os meus braços. — Dimitri, ele não pode. — Ele não vai Roza - Amo ele, Dimitri. Amo muito e ele não pode me deixar agora. — Он будет в порядке моя любовь — O Ivan não me ensinou russo Dimitri. — Roza, se acalma. Sentemos e tomar um café. Eu consegui fazer ela ir para a cafeteira do hospital comigo. Peguei um chocolate quente para ela. — Roza, eu sei que você está nervosa, mas tente se acalma. Pois nervosa, você não vai ajudá-lo e ele não quer te ver assim. Ela respirou fundo, e tentou se acalmar. — Dimitri, ele tá em coma. Ele pode não acordar. - Roza, ele não vai morrer. - Ele não sabe a notícia que planejei contar e eu não posso dar a notícia com ele em coma Dimitri. — Roza, você está grávida? — Eu não sei ainda, Dimitri. — Se você está grávida, tem que se acalmar. Por você e por essa criança. — Eu não quero me acalmar Dimitri. — Roza, pelo bem do bebê, que pode estar no seu ventre, se acalme. - Vamos para sua casa. Fico lá com você. — Eu não quero ficar lá, as lembranças são fortes e não quero ficar lá Dimitri. — Vou está lá Roza. Eu não sairei de perto de você em momento nenhum. Eu te juro. Ela se levantou para ir comigo. E eu falei com a minha mãe. — Mãe, tudo bem por aqui? — Tá indo Dimitri. — Sou irmão tá na UTI em coma. — Ele vai se sair dessa bem. E sem nenhuma sequela. — Mãe, eu vou levar a Roza para casa, mas não tenho segundas intenções sobre isso. — Sei Dimitri, eu não pensei nisso. — Sei que esse momento é delicado, mais acho que ela tá grávida. — Vou ficar lá, até tudo ficar bem. E para garantir se ela tiver mesmo grávida para que ela te já um pouco de repouso. — E como a senhora mesmo sabe que esse momento é delicado e se ela tiver mesmo grávida poderá perder o bebê. Qualquer coisa me avisa. Eu saí do hospital com a Roza e levei ela para o apartamento dela e de Ivan. Ela chorou muito e eu fiquei com o coração apertado. Quando a gente chegou, eu instruir ela para tomar um banho e se deitar. Ela sai do banho e veio para o sofá onde eu estava sentado pensando. Ela veio e me abraçou e eu a segurei próxima a mim. — Tente descansar Моя девушка. Ela deitou no meu colo no sofá, e eu comecei a passar a minha mão pelo cabelo dela. Até que eu a vi pegar no sono. Levantei e a peguei no meu colo e a coloquei na cama. Durma bem minha menina. Eu saí de dentro do quarto e voltei para a sala, eu rezei pela vida do meu irmão. E pela vida de meu sobrinho ou sobrinha, pois espero que ele não perca o pai antes mesmo de nascer.

1. Ele ficará bem meu amor.
2. Minha menina

A Esperança Onde histórias criam vida. Descubra agora