Capítulo 15 - Porrada da boa

163 9 0
                                        

Durante toda a manhã Verónica mandou maus olhares a Matilde, no entanto, esta, em vez de a enfrentar e espetar-lhe dois estalos *bem que os merecia*, simplesmente ignorava, deixando-a furiosa, tal como queria *és inteligente miúda, vou-me lembrar dessa*. Chegou a um ponto em que Verónica se passou e quis ameaçar Matilde, no entanto precisava de a apanhar sozinha para o fazer. Depois de uns 10 minutos seguindo-a *obcecada e não é pouco* conseguiu apanhá-la num corredor.

Verónica (encostando Matilde a uma parede): O Christopher é meu, ouviste? Eu vou casar com ele e ninguém me vai impedir.

Matilde (totalmente calma): E o que é que eu tenho a ver com isso?

Verónica (apertando-lhe o pescanhoço/pescoço): Não te faças de idiota.

Matilde: Não te quero tirar o lugar.

Verónica aperta mais.

Matilde: Estás a começar a magoar-me, é bom que me largues.

Verónica: Só quando prometeres que vais deixa-lo em paz.

Matilde: Que queres que te prometa? Que não me vou estar perto dele? Eu sou sua empregada, não posso fazer isso. E se ele gostasse mesmo de ti, nem sequer olhava para mim.

Verónica dá-lhe uma estalada e Matilde responde da mesma maneira.

Christopher: O que se passa aqui? Porque lhe bates-te Matilde?  


Um bocadinho curto, sorry.

Se tiverem algum tipo de sugestão ou outra coisa, comentem.

Os opostos atraem-se? (Christopher Vélez)Histórias para pegar e não largar. Descubra agora