Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
— Eu quero um milkshake de morango com banana, panquecas com nutella, um sanduíche de atum e para a sobremesa pode já trazer torrijas, por favor. — Abro um sorriso, finalmente tirando meus olhos do menu para encarar o garçom, aparentemente atrapalhado, tentando escrever tudo em seu mini iPad.
Marcelo coça o pescoço.
— Hm, para mim é só um suco de laranja. — Sorri forçadamente, arregalando os olhos para mim quando o garçom se afasta. — Para onde vai toda essa comida? Tu se livra de tudo nas fezes?
Dou risada.
— Como meu melhor amigo, devia saber que...
— Você ama comida. É, eu sei. Acredita.
— Eu acredito. — Suspiro, encarando minhas mãos, que brincam com meu celular.
— Ei, sem ficar triste, lembra? — Marcelo coloca uma mecha do meu cabelo para trás. — Você é linda. A melhor amiga mais gata e gente boa do mundo! Nunca deixe que te digam ao contrário. Promete?
Caramba, eu quero chorar.
Sério, nunca canso de dizer que Marcelo é um anjo que Deus mandou para mim.
Só nessa semana eu fui para três agências de modelos. E hoje, a quarta, foi a que mais me partiu o coração.
Quer dizer, eu ouvi, com todas as letras, que: "Você não serve nem para andar de passarela, quem dirá ser modelo fotográfica. Beleza, garota, beleza! Quando você achar a sua, me procure para que eu possa finalmente acreditar em milagres."
Liguei para o Marcelo xingando aquela idiota da Martina Diaz de tudo quanto é nome e assim que cheguei na Ciudad, fui recebida com um enorme bouquet de rosas, um abraço gostoso do meu afilhado e do meu melhor amigo e ainda fui convidada para lanchar.
— Eu te amo tanto. Obrigada por sempre estar do meu lado e nunca me deixar ficar triste por muito tempo. Você é meu melhor amigo para a vida toda e eu nunca vou te trocar por nin...
— Porra, Alana, assim você vai me fazer chorar. — Celo cobre o rosto com as mãos, fazendo Enzo rir por pensar que o pai está brincando de peekaboo.
Eu me junto ao pequeno e me levanto, abraçando meu amigo por trás.
— Obrigada por tudo. — Agradeço, fechando os olhos ao apertá-lo com força.
De um jeito meio desajeitado, Marcelo tenta retribuir o abraço.
— Cê sabe que não precisa de agradecer, tou aqui sempre, por você e para você!
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.