Nessa nova aventura os guardiões dos elementos, juntos com seus parceiros tem duas grandes missões importantes: Vencer o torneio que irá ser realizado em seu instituto de ensino o IPAP, e por fim derrotar os sete lordes.
Quem são eles?
Venham descob...
Olá pessoas, chegou a minha vez de contar mais um pouco dessa nossa aventura, mas vou admitir, deixar meu irmão e meu primo para trás, nesse lugar horrível, não é algo legal, mas era necessário, se não, iríamos perder muito tempo de nossa jornada nesse inferninho.
Depois de andarmos muito, chegamos a mais um portão, Eleonor, Ana e Laila seguiram viagem com os outros guardiões em direção ao próximo portão, quando estávamos próximo de entrar ouvimos vozes e nos viramos, eram Victor e Henry correndo, ao nos ver ele disse:
- E ai gente, estão prontas para enfrentar o lorde?
- Sinceramente não, preferia que eles não existissem, mas e ai, como foram lá no primeiro lorde?. Perguntou Emilly.
Meu irmão respondeu:
- Foi complicado... Mas foi renovador para ambos não é Henry?
Meu primo assentiu concordando com a pergunta do meu irmão, observando os dois, percebi que algo estava diferente, mas fui tirada de meus pensamentos quando Victor perguntou:
- Onde estão os outros?
Emilly apontou o caminho, os dois se despediram e nos deixaram sozinhas em frente ao grande portão transparente que nos refletia, e atrás de nós era refletido a paisagem horrível que nos cercava, no meio do portão dizia: Espelho.
Nós nos olhamos sem entender e entramos, a porta não fez nenhum barulho, nós andamos em silêncio, por todos os lados que olhávamos havia espelhos, de vários formatos e tamanhos, todos estavam grudados na parede, e nossas formas oscilavam a cada espelho que passávamos, enquanto andávamos um pequeno espelho veio voando até nós, com uma voz bem fina e disse assustado, pelo menos o modo como falou era de puro susto:
- Óh meu santo espelho convexo! Pessoas estão no castelo! Pessoas vivas!
O espelho era de cor prata, era aquele tipo antigo que você segura em seu cabo e se olha sabe gente, ele era até bonitinho.
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Ele voava de um lado para o outro, alvoroçado, balbuciando coisas que não consegui ouvir, e nem minha prima, ao longe ouvimos passos ecoando, em nossa direção, parecia alguém andando de salto alto, seus passos eram firmes, mas ao mesmo tempo delicados, o pequeno espelho continuava voando em todas as direções possíveis, preocupado ao saber que alguém estava vindo, conforme a pessoa chegava, ela foi tomando forma, digo ela pois era uma mulher, em sua cabeça, ela tinha um pano vermelho em sua cabeça cobrindo seus olhos, deixando apenas a sua boca a mostra, o mais interessante, era que ela não tinha nariz, suas mãos estavam unidas, e seguravam um espelho redondo, que nos refletia.
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