Prólogo

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oiii, estou aqui com mais uma adaptação pra vocês, a história é maravilhosa então espero que gostem!

boa leitura, anjinhos!!!

💛

De um lado temos Jungkook um homem alto com lindos olhos castanhos, Hana que tinha uma pele morena linda, cachos e olhos verdes incríveis, e o pequenino Taeho que tinha olhos cor de avelã e umas super bochechas, os dois últimos são filhos do primeiro citado, não tinham o mesmo sangue correndo por entre as veias, mas era como se fosse.

Todos estavam na rodoviária de Portugal, onde moravam e a cidade natal de Kim Mingyu — futuro ex marido de Jeon —, numa fila extensa para comprarem três passagens para Londres, para irem para a casa da mãe do maior entre eles.

— Papai? – Chamou a menininha Hana que estava segurando a mão do seu pai fortemente por enquanto que na outra mão havia uma boneca de pano negra, sua avó que fizera.

— Sim?

— Vai demorar para chegar na vovó? — Perguntou encostando a cabeça na lateral do corpo de seu pai.

O moreno sorriu triste pensando que o que ele mais queria era que essa viagem fosse rápida.

O que queria mesmo era pegar o primeiro avião para Londres com suas crianças, mas não tinha muito dinheiro, o que tinha daria apenas para as passagens de ônibus e o que sobraria ele usaria com muita sabedoria — sabendo controlar — para comprar alimentos não muito caros nesses três dias de viagem.

Então ali estava ele, numa fila relativamente grande, com seus dois filhos, pouco dinheiro, uma mala grande e duas mochilas.

Ele só queria o colo de sua mãe nesse momento, que essa viagem acabasse logo e com tudo dando certo.

X

No final da fila — também a mesma fila, a tal compra de passagens de ônibus — se encontrava um Park Jimin completamente irritado.

Seu voo havia sido cancelado — assim como todos os outros pelo mal tempo que continuaria assim pelo longo dos dias — e tudo parecia estar contra ele, era isso o que pensava.

Se não fosse passar o natal com a sua família de novo, sua mãe viria até Portugal, onde ele mora e trabalha, apenas para o cortar em vários pedacinhos e jogar para os cachorros comerem, então seria melhor não arriscar.

Talvez até não fosse de todo mal, três dias em um ônibus com várias pessoas desconhecidas.... Não poderia ser tão ruim assim, ou poderia?

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