Uma rapariga que afasta-se da sua vida social e viaja sozinha, mas, bom, não correu bem como planeado...
Quando os seus amigos se apercebem do ocorrido decidem fazer alguma coisa e organizam uma Missão de Resgate.
•
A partir dum certo capítulo deste...
Subitamente olho pela janela e avisto uma grande cidade, destacando-se 4 edifícios com uma altura absurda, aparentavam ser arranha-céus - tinham perto de 250m de altura. Chamavam-se as 4 torres. Perto dessas 4 torres, conseguia observar também, duas torres iguais, inclinando-se de frente uma pra a outra - uma inclinação de 14,3° e altura de 115m. Chamamavam-se as Torres Kio.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Cheguei á estação e chamei um taxi para me levar pra "minha casa".
Demorei +/- 30 minutos a chegar lá devido ao trânsito. Toquei à campainha e quem me abriu a porta foi um rapaz alto, com cabelo castanho-escuro curto e uns olhos dóceis e hipnotizantes, tinha um ar super tímido mas notava-se nitidamente que é uma pessoa querida. Sorria apenas com a boca e sem mostrar os dentes, tinha um sorriso lindo, fiquei encantada com ele. - Olá! - cumprimentou envergonhado, sem saber bem o que dizer. - Olá! Sou a Dominica, mas trata-me por Domi, a rapariga que vai ficar aqui alojada por uns tempos. - Ah, sim sei. Podes entrar, os meus pais estão ali na sala de estar. - assentiu ele continuando com a sua timidez.
Mal os pais dele me viram levantaram-se e cumprimentaram-me dando-me as boas vindas.
- Olá Domini.. - começaram eles. - Só Domi por favor ahahah, olá... - interrompi. - Somos a família Lahey, estamos muito felizes por te recebermos cá! Podes tratar-nos por Sra. e Sr. Adams e quanto aos nossos filhos: esta é a Bree, tem 11 anos - olhei pra ela e esta acenou-me - e este é o Isaac, tem 18. - ele deu um sorriso tímido olhando para o chão. - Isaac, já que abriste a porta à Domi, e que tal se lhe mostrasses a casa para a interiorizar? - sugeriu a Sra. Adams.
Fomos 1° ao que iria ser o meu quarto, para pousar a minha bagagem. De seguida ele mostrou-me todos os compartimentos da casa, sempre com pouca conversa, exceto um. Passamos por uma porta fechada num recanto da casa, e ele simplesmente a ignorou e não disse nem uma única palavra. Decidi quebrar este silêncio e ganhei coragem para lhe dizer: - Avançaste uma porta. - Não tem nada de especial, é só a cave. - respondeu umbocado atrapalhado e a gaguejar um pouco. - Ah, ok. - além de aparentar ser uma coisa normal, achei umbocado suspeito...
○○○
Entretanto era hora de jantar. Comemos picanha com arroz e ovo estrelado, estava mesmo bom! Como estava super cansada, logo a seguir, deitei-me na cama e estive sempre a pensar na mesma coisa até adormecer. Havia qualquer coisa que não me parecia bem aqui, a energia deste lugar, não sei, mas vou descobrir. Fico danada quando há coisas por explicar na minha cabeça...