Morar na Tailândia pode parecer maravilhoso para uns e o inferno para outros, mas eu não tenho opinião formada sobre esse assunto. Aliás, eu não tenho nada concreto na vida, tenho 18 anos, trabalho, minha mãe e irmã moram comigo, uma casa normal, fa...
Bom, esse final de semana eu vim passar na casa de praia do Pete, sendo ela uma mansão enorme, com piscina e tudo, aquilo era tão... nada interessante, sinceramente eu só queria ler algum livro enquanto tomava um café, mas cá estou, num calor de fritar um ovo, em baixo de um guarda-sol, sentado em uma cadeira de banho, oculos escuros, uma camisa bege com desenhos azuis e uma bermuda branca, fechando com chave de ouro um bom livro de investigação policial nas mãos. Eu estava muito sereno, lendo cada palavra com calma para entender seus contextos, entretanto, sou interrompido por um casal AePete.
- Mesmo estando em uma casa maravilhosa com essa vista linda, você insiste em ficar infurnado nesse livro. Ae começa indignado, puxando o livro. O olho sem entender.
- Deixe ele Ae... tem vários jeito de se divertir. Pete me defende no seu tom lento e calmo. - Precisamos preparar algumas coisas para o Tin.
- Espera, o que? O Tin, vai vir? Me levanto da cadeira alternando o olhar entre o casal.
- Acho que eu... esqueci de avisar. Pete diz parecendo estar confuso, sendo que foi meu cérebro travou, assim que viu ele chegar, abaixei um pouco os óculos. - Oh Tin.... bem vindo. Completacom um sorriso fechado.
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- Então você veio mesmo. Tin começa um pouco surpreso ignorando as boas vindas do outro. - Achei que estava ocupado. Ele põe as mãos no bolso da bermuda rosa.
- E eu estou mesmo, tendo que aturar aqueles dois ali. Aponto para AePete que conversavam felizes. - Mas pelo visto não estou sozinho. Volto meu olhar a ele.
- Nisso eu concordo com você, não sei como eles se gostam tanto. Falou com semblante confuso, gesticulando as mãos.
- Entender a raça humana é algo muito difícil. Desvio o olhar e volto a olhar os dois naquelas mesas. - Quando você acha que consegue, acaba descobrindo que está só no começo.
- Esse seu tom insípido está me dando nos nervos. Lançou imapciente. Retorno a atençao ao mesmo.
- Se está incomodado, vá ficar com seus amigos sentimentais alí. Apontei novamente a eles, só que com o polegar.
- Eles não são meus amigos, pelo menos o Ae não é. Seu tom muda para um sério. - O Pete, ele é o único que eu confio, ele nunca mentiu 'pra mim. Como ele estava em pé, pude ver ele fechar os punhos levemente.
- E está certo, ele é uma boa pessoa, mas o Ae também é. Ele é alguém que faz seu amigo feliz. Expliquei gesticulando as mãos. - Se pudesse ter alguém que te faz feliz, você não faria de tudo por ela?. Pergunto levantando e indo pegar meu livro em cima de uma mesa qualquer.
- Espera. Ordenou ele me puxando pelo pulso, olhei para o músculo e tentei puxar, mas em vão. - Eu te faço a mesma pergunta. Diz me encarando calmo igual a voz.
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- Eu não sei.
- Como pode não saber, deve haver algo te faça feliz. Comenta sério, mas terno.