HERMES E RASIUS
O deus dourado caminhou pela rua deserta como era anos antes, não havia ninguém em lugar algum mas ele sabia onde encontrar três pessoas inexpugnáveis. Passou por lojas, mercados e um cinema abandonado, era a direção certa que estava tomando.
Hermes vestia sua toga branca que caia para km lado deixando seu peitoral largo e forte à mostra, seu mamilo rosado brilhava num dourado reluzente quando a luz solar tocava em seus pelinhos, suas pernas torneadas sabiam onde pisar e seus cabelos longos voavam com o vento como um herói perfeito.
Ele atravessou o rio que cortava a cidade e adentrou na floresta, sorriu ao encontrar o trio juntos conversando ao lado do altar de doze estátuas dos deuses olímpicos. Rasius vestia um calção marrom e rasgado, fora isso, da cintura pra cima não usava nada, mostrando todo seu corpo gigantesco e que não mudara nem um pouco em vinte e um anos. Nikas e Balys estavam atrás dele, os dois irmãos sorriam lindos um para o outro.
— Senhor — Rasius começou e se ajoelhou, os irmãos fizeram o mesmo logo em seguida.
Hermes os saudou com as mãos para trás como se escondesse algo. Se aproximou dos três e viu que Balys e Nikas estavam nus, suas peles alvas na luz do sol e macias feito seda.
— Sentimos sua falta.
— Vejo que a guerra não causou nenhum dano na cidade — comentou o deus mensageiro.
— Como causaria se está perdida para os outros? — respondeu Rasius — Ficamos intocados senhor.
— Tenho um presente para você meu amigo.
Hermes levou uma mão para frente do corpo segurando as cobras com firmeza, os três homens na sua frente abriram as bocas chocados. Foram dez anos até Hermes conseguir encontrá-la e finalmente por fim a sua vida numa batalha sangrenta e mortal mas com a ajuda de Artemis ele conseguiu arrancar a cabeça da gorgona.
— Medusa...
Hermes jogou a cabeça da mulher aos pés de Rasius que sorriu feliz.
— Achei que esperaram tempo demais para ter sua vingança — disse — aqui está, eu mesmo matei ela pois achei que devia isso a vocês. Eram nossos adoradores e não fizemos nada quando ela devastou a cidade então...
— Eu é o melhor presente que eu já ganhei — Balys disse mordendo um dedo com um sorriso traquino nos lábios.
— É muita bondade sua senhor. Como podemos agradecer?
Um sorriso brotou nos lábios rosados.
— Tenho uma leve ideia do que podemos fazer para celebrar a morte da maldita.
Adentraram mais na floresta em direção à clareira onde se encontrava um ninho como uma cama de prazeres para os rapazes.
ARES E VERANO
O gume da faca prateada passou de raspão porém cortou o dedo de Verano o bastante para sair sangue, levou o indicador para debaixo da corrente de água gelada e deixou ali por uns instantes, pegou um pano de prato e enrolou o dedo com cautela para não se machucar ainda mais.
Quando a porta da sala abriu seus resmungos estavam altos o suficiente para Ares ouvir. O deus da guerra encontrou apressado na cozinha e tomou a mão de Vereno, examinando o corte bem de perto.
— Sua mão tremeu denovo?
— Não — respondeu o mortal com receio.
Ares o encarou com seriedade, franziu a testa para o marido e balançou a cabeça.
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Néctar dos Deuses
Short StoryOs Deuses do Olimpo viajam através do tempo em busca do mais poderoso e único ser capaz de destruir Cronos de uma vez por todas. Reencontros e encontros sexuais picantes e românticos rodeiam a conclusão da trilogia.
