Capítulo 04

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Dia 39

Quando o tornado veio rodopiando do céu, atingiu e rasgou uma área de dois metros cúbicos da grama, deixando apenas um chão lamacento que os sujou das cabeças aos pés, os guardas vestidos com roupas estufadas e chapéus de palhaço carregaram eles dali e os levaram para dentro do luxuoso e aconchegante castelo.

Depois de passar e relaxar quatro ótimos dias no Jardim o Cordão do Tempo os levou para uma era glacial e horrorosa onde tudo que via era a branquidão e enormes geleiras, andaram sobre o chão coberto gelo e suas peles foram castigadas pela neve pesada até encontrarem uma caverna, Hefesto criou fogo batendo duas pedras e sorriram quando as chamas subiram. Permaneceram ali esperando e então o tornado surgiu novamente e os trouxe para cá.

Aos sons de gritos de comandos os sete encontravam-se em um enorme banheiro sendo esfregados com sabão e vassouras de cerdas macias por mais de vinte e cinto criadas que acanhadas limpavam seus corpos despidos. Apolo particularmente amou o tratamento depois de sofrer com o maior frio que já sentira na era glacial e a água daquele banho estava tão quentinha que vapores subiram pela sala de banho.

Apolo praguejou quando uma das criadas esfregou sua bunda com força, tomou o esfregão dela e começou a se banhar sozinho. Hefesto ria sem parar da situação, o que serviu de motivos para o deus do sol dar pancadinhas no abdômen dele. Foram necessários mais de quarenta baudes de água para limpar todas as sujeiras que estava impregnada nos corpos esculturais.

Mordomos vieram buscá-los depois do banho de meia hora, os levaram para o quarto andar do castelo e cada um entrou em quartos separados. O mordomo de Apolo era novo, tinha lá seus vinte e três anos de idade com cabelos pretos, pele clara e um nariz arrebitado, vestia calças brancas, sapatos de salto e uma casaca verde-limão com muitíssimos detalhes em ouro por cima de todas as outras peças.

- Tem um nome? - perguntou Apolo enquanto o mordomo enxugava seu corpo com duas toalhas brancas ao mesmo tempo.

- Me chame apenas de lacaio senhor - disse numa voz ensaiada e muito forçada.

- Se chama Lacaio? Consta em sua certidão esse nome? - o rapaz pareceu enrubescer.

- É o meu ofício senhor.

- Mas seu trabalho não define quem você é - Apolo olhou para o corpo esguio do homem com firmeza -, diga de uma vez qual é seu nome.

- Althestan - falou enquanto dispensava as toalhas em um monte e seguiu para o criado mudo, abriu as gavetas e trouxe dali um calção de pano folgado e branco, calças e a camisa de fios brancas e por fim a mesma casaca que Althestan vestia, só que vermelha escarlate.

- Pra quem você trabalha Althestan? Digo quem é o dono desse castelo?

- Sirvo a Vossa Majestade, o rei Edric - trouxe as roupas para perto de Apolo e se ajoelhou ficando cara a cara com sue membro que já estava altivo - minha nossa - murmurou.

- Desculpe por isso Althestan.

- Não tem nada do que se envergonhar senhor - o lacaio abre o calção e pede para Apolo enfiar as pernas pelo buraco e assim ele o faz segurando nos ombros dele.

- Esse rei Edric é um homem bom?

- Nosso soberano é o melhor.

- Diz isso por não poder falar do rei ou ele é mesmo assim?

- Bom... Ele tem seus defeitos mas sua bondade prevalece - Althestan levanta o calção, faz questão de segurar o pau de Apolo e o coloca de lado dentro da peça.

- Isso é como uma cueca?

- O que é isso? Cueca? - o lacaio franze o rosto confuso.

- Bobagem - Apolo olha para baixo e percebe que Althestan ainda não soltou seu cacete, segura-o com força sentindo a temperatura e a dureza da coisa atreveu-se de tocar a pontinha da glande cabeçuda - Já pode terminar de me vestir Althestan - diz com o melhor sorriso cafajeste no rosto.

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