30. Já quebramos de mais.

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...Te encontro, acordo, me disse que sente muito, com uma lágrima no olhar. Me abraça, me sente, me pede um beijo, e eu até fico sem respirar...}

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Haviam se passado cerca de duas horas, eles ainda se encontravam do mesmo jeito espalhados pelo quarto de Scorpius, tagarelando coisas aleatórias, fazendo fofoca da vida alheia ou comentando sobre o show, eram quase meia noite e meia quando Alice soltou o primeiro bocejo.

—Seu pai não vai se importar né Scar? – Albus questionou para o amigo se referindo a ele ir dormir com Alice.

—Nem um pouco, não se preocupe – respondeu naturalmente.

Alice e Albus deram as mãos e se despediram saindo do quarto. Poucos minutos depois, Anthony se levantou dizendo que também iria dormir, mas não fez menção sobre Lilly, a ruiva que olhou para ele e esticou os braços para cima, para que Zabini a levantassem.

—Boa noite gente – Lilly deu um sorriso solidário para Rose – Fiquem bem.

E assim com os últimos saindo do local, restou apenas Scorpius e Rose.

Ela que antes estava com a cabeça no ombro de Al, agora estava encostada na cama olhando para a comoda a sua frente em um silêncio desconfortável.

Tentando fugir desse momento, ela se levantou rapidamente puxando o short para baixo e indo para porta.

—Acho que vou deitar também. Boa noit...

Sua mão já estava na maçaneta quando ela sentiu o corpo se virado para o quarto novamente.

Scorpius tinha as duas mãos em cada lado de sua cintura e a encarava.

—A gente precisa conversar não acha? – ele desceu o olhar até a boca dela.

—Eu também... – ela também desviou os olhos do dele encarando seus lábios rosados –  Eu também acho... – sua respiração estava pesada, e seu peito subia e descia conforme as badaladas intensas do seu coração – Temos que falar sobre...a gente.

—Isso, sobre a gente...

Assim como Rose, Scorpius também havia perdido a linha de raciocínio e só pensava em o quão proximo estava da ruiva e como seus labios estavam provocativos.

Foi Rose quem quebrou o contato entre eles, passando uma das mãos pelo pescoço dele e tomando seus labios levando a outra mão em seu peito nú pela falta da blusa, na mesma hora de forma quase automática Scorpius enlaçou sua cintura e a prendeu contra a porta.

Era como Rose se lembrava, a boca dele era macia, e tinha um gosto desconhecido, porém doce e bom. Seus carinhos ainda eram os mesmos, mas pareciam ainda melhores agora que a saudade gritava com força em seu peito. Sem se importar com o mundo ao redor eles continuavam trocando beijos fogosos e com um sentimento do tamanho do mundo. Rose sentia que sua mente poderia derreter toda vez que a boca quente e molhada de Scorpius distribuía beijos entre seu colo e seu pescoço e apertava mais e mais a carne de seu corpo. Enquanto ela insistia em arranha-lo e morder o nódulo de sua orelha toda vez que ele beijava seu pescoço.

Quase sem ar e precisando de fologo, Scorpius soltou os lábios de Rose apenas para vira-la para o quarto e fazer ela caminhar até a cama, a virando de novo e se sentando puxando Rose para se acomodar no meio de suas pernas com uma coxa de cada lado.

Ele não resistiu e desceu as mãos até sua bunda, apertando com força fazendo Rose se movimentar em cima dele, e tendo como resultando um beijo mais intenso.

Foi quando Rose notou que dentro de mais alguns minutos  seu corpo não iria mais responder aos comandos da parte sensata de seu cérebro, que decidiu que era hora de parar.

The Hogwarts MusicHistórias para pegar e não largar. Descubra agora