13. Era péssimo fingir que estava bem.

239 16 117
                                        


{...Amigos fingimos ser....}

●●●●

—Vocês sabiam que a gente não ia falar para ninguém.

Lilly reclamou, estavam todos sentados nos sofás na sala de ensaio tentando explicar para as duas meninas o porque do segredo.

—Exato, a gente podia até ajudar – Alice completou.

—Culpem o Scorpius  – Albus levantou as mãos em rendição  – Ele fez a mesma coisa com a Rose antes, e ela descobriu sozinha.

—Você em! – Lilly olhou emburrada para Rose – Custava nada contar.

—Eu prometi... – Rose revirou os olhos.

—Ai chega de drama – Anthony falou perdendo a paciência  – Vocês já sabem agora, é so ficar de boca fechada para não chegar nos ouvidos de McGonagall, que 4 dos alunos dela estão vagando de madrugada pela escola.

—Mas vem cá  – Alice o olhou com dúvida – Muita gente viu vocês cantando na festa de ano novo, é de se imaginar que essa altura ela já saiba que vocês cantaram.

—A com certeza sabe – Scorpius que estava sentado no braço do sofá escorregou propositalmente e deitou a cabeça nas pernas de Rose, arramcando um expressão assustada dela – Mas deixe ela pensar que somos tão talentosos que não precisamos ensaiar  – e terminou a frase com uma piscada.

Eles enrrolaram mais um pouco converssando e acabaram resolvendo ir se deitar, afinal, sendo uma banda ou não, eles tinham que estudar.

Alice desceu com os meninos, e Rose e Lilly seguiram pelo corredor direto para o quadro da mulher gordar, que reclamou muito em ter sido acordada.
Mas ao invés de subirem elas se sentaram em frente a lareira e começaram a comer sapos de chocolates que tinham guardados nas bolsas.

—Afinal, o que Nick queria com você?

—Perguntar se poderíamos fazer o trabalho de Herbologia juntos  – Lilly apenas deu um sorriso suspeito e concordou com a cabeça  – E me chamou para sair...

—O QUE?! – ela engasgou com o chocolate que comia e olhou abismada para Rose – Rose isso é incrível, finalmente vocês estão interagindo, você esperou a vida todo por isso e finalmente ele está interessado em você, fiquei sabendo que ele terminou com a Chang, deve ser por isso que só está se aproximado agora... – ela fazia gestos com os dedos como se fosse óbvio.

—Eu recusei...

—ROSE? – Lilly arregalou os olhos.

—Para de gritar! – sua prima revirou os olhos e a encarou – É so que eu não vejo ele mais como via antes sabe? Ele é um fofo, mas... Eu não sinto mais o que eu sentia.

—Isso tem haver com esses olhares estranhos entre você e o Scorpius?

—Acho que tem – ela encarou o fogo cremitando a sua frente e suspirou – Na verdade eu não sei, só está muito confuso aqui dentro.

—Vai por mim eu te entendo, lidar com Thony foi exatamente assim, Alice passou o mesmo com o Albus – Lilly passou um braço pelas costas de Rose e a confortou – Uma hora vocês encontram a resposta para o que estão procurando. Só não vai se machucar ok?

—Tudo bem.

O assunto morreu ali e as duas decidiram ir para cama, deixando os problemas para o outro dia.

E depois de uma longa noite de sono, eles vieram.

E não tinham nada de haver com a banda, com estudos ou provas, era a cabeça e os sentimentos de Rose que a estavam pertubando, durante toda a aula de História da magia ela ficou alheia ao que o fantasma do Prof. Binns falava, e só prestava atenção em escrever uma palavras rimadas em seu pergaminho que quando ela deu por si, estavam virando uma música.

The Hogwarts MusicHistórias para pegar e não largar. Descubra agora