Chapter Thirty-two

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Possíveis gatilhos: sangue, tortura, agressão extrema, psicológico, desespero

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Possíveis gatilhos: sangue, tortura, agressão extrema, psicológico, desespero


- eu não vou falar nada - grito e sinto um tapa no meu rosto que me faz cuspir sangue 

Sinto meus pés escapando do chão e as correntes que estavam amarradas nos meus pulsos me puxarem para cima me mantendo pendurada

- se você não gritar isso não tem graça - o homem passa a lingua na minha bochecha segurando meu rosto com uma força extraordinária

- PARA! POR FAVOR PARA - grito sentindo a lamina de uma faca entrando na minha perna - BAKUGOU - grito com a esperança que o loiro possa me ouvir, sinto minha consciência se esvaindo 

- não, não, não, você não vai dormir agora - ele desativa sua individualidade e a dor insuportavel se torna suportavel o bastante pra me fazer parar de chorar - me conta logo o que eu quero saber - sinto suas mãos acariciando meu corpo

Não enxergo nada, somente um luz na minha cara, por traços e de como o homem me expõe sei que ele esta gravando. 

- vai pro inferno - tento me mexer sentindo todo o meu corpo implorar que não. Sinto um soco na minha barriga me deixando sem ar

Eu não sei a quanto tempo estou aqui. Carlo sempre faz as mesmas perguntas que eu não respondo. Sou torturada continuamente até apagar e quando acordo começa tudo novamente. Meu poder não me cura mais, mas de todos os lugares que eu sinto dor, a minha barriga não é uma delas, com isso posso sorrir sabendo que o meu bebê não morreu como as minhas esperanças.

O illusion entrou na minha mente de várias maneiras, inúmeras vezes uma miragem do Bakugou entrava aqui na sala e me salvava, tudo pra ser morto no processo ou ele começava a me torturar. Perdi as contas de quantos Bakugous falsos eu vi, o suficiente pra não acreditar em mais nenhum que entrasse na sala.

Já do meu sangue, eles já tem demais, Carlo falou que eles estão fazendo uma droga que não permite que outras drogas afetem o organismo.

Sinto os dedos de Carlo passando pela minha perna e parando encima do machucado novo, seguro um grito de dor sentindo ele apertando o machucado

- você quer mesmo que o seu namoradinho veja você nesse estado? Me conta aonde a menina tá - tento recuperar o ar antes de senti outro tapa no rosto - responde sua puta

- tua mãe aquela sebosa - digo e sinto o aço entrando na minha barriga no momento que ele ativa sua individualidade novamente me fazendo gritar - PARA - tento gritar e me engasgo na minha própria saliva. Não, na barriga não

- você fica tão linda assim - ele tira a faca da minha barriga e sinto ele descendo lentamente até a ferida na minha perna, a lamina passa pela abertura do machucado e ele se afasta voltando com um alicate sem corte, as lagrimas descem pelo meu rosto e o desespero volta a tomar conta do meu ser, o alicate começa a puxar a minha pele a arrancando. Grito novamente somente pensando em quanto mais vou ter que aguentar isso, quando o Bakugou vai vir me buscar - chama o se heroi preferido chama, por que sera que ele não vem te buscar?

My Hero BakugouOnde histórias criam vida. Descubra agora