No dia de estreia como super-heroina profissional, Harumi conhece Dynamight, um loiro agressivo, ignorante e orgulhoso.
Todoroki pede pra garota entrar em uma investigação sobre uma gangue de drogas de individualidades e a garota aceita, mas...ela...
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Possíveis gatilhos: sangue, agressão e multilação
Abro os olhos com dificuldade, a luz a minha frente me cega, pisco várias vezes tentando me acostumar com a iluminação do lugar. Sinto dores por todo o meu corpo, minha nuca doi, minhas mãos e pulsos ardem como o inferno, assim como minha panturrilha.
Tento me mexer e percebo finalmente que estou amarrada, pendurada, com os braços esticados e os pés tocam o chão levemente. Estico minhas pernas me forçando a ficar em pé, diminuindo a dor nos pulsos.
- olha ela acordou - escuto uma voz grossa, mas suave ao mesmo tempo. Tento olhar a pessoa e vejo ser o mesmo moreno tatuado do beco - chama o chefe - ele fala e um menino sai da sala - bom dia sua puta - o cara se aproxima de mim sorrindo - vou fazer você me pagar por ter feito aquilo com o meu irmão
- como se eu soubesse quem ele é - zombo e sinto um tapa na cara - bate na mãe
- bem que o Jean falou que você tem a língua solta - vejo uma veia saltando na testa do garoto e eu dou risada colocando a língua pra fora - sua filha da puta - ele aperta minha bochecha com força e eu começo a sentir as dores do meu corpo ficarem mais fortes gradativamente
- Carlo, para - uma voz conhecida ecoa pelo lugar. Encaro o dono da voz, alto de capuz e chapéu cobrindo o rosto - vamos tratar bem, a filha do meu velho amigo - o homem se vira e tira o chapéu. Franzo a testa confusa e a dor forte que eu sentia se diminui
- foi mal Illusion - Carlo, se afasta de mim
Já o illusion se vira na minha direção e eu finalmente vejo seu rosto, cabelos brancos penteados pra trás, um bigode bem arrumado e um cavanhaque. Ele tem os olhos extremamente azuis o mesmo azul dos flashes de luz que ele mandava na minha direção.
- como vai, Time? - ele pergunta pegando uma cadeira e se sentando na minha frente
- velho amigo do meu pai? - questiono e troco o apoio do pé, porque minha panturrilha machucada dói muito
- ah, ele nunca nos apresentou, sempre gostou de dividir a vida pessoal do trabalho - riu fraco - tanto que eu só vim descobrir seu nome por aquele policialzinho - balbucia com a mão e eu abro a boca surpresa, mas tento deixar minha expressão neutra
- você que matou o Hiro - concluo e ele sorri concordando
- quando um funcionário não faz o trabalho direito, ele é cortado. Se você bem me entende - observo as ações do homem a minha frente - sabe... Haru-chan. Eu me interessei muito pela garota que era envolvida com os Yakusa, quando eu trabalhei pra eles na época eu vi a menina uma vez - ele faz o número com o dedo
- e o que isso tem haver comigo, seu velho? - pergunto e sinto um chute na minha cintura me fazendo arfar