**Capítulo 88**

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• Sinistro •

Tava de boa ali deitado na cama, assistindo as paradas que passavam na televisão. Era cada bagulho idiota, que eu ficava desacreditado em como as coisas mudaram pra piores.

Tava mostrando num programa aqui, qual o lado certo de usar o papel higiênico.

Ó, vai tomar no cu em, maluco.

Lado certo é o que tu limpa o cu e já era pô. Euem, bagulho sem noção mesmo.

Jade estava do meu lado, mexendo no celular, enquanto ria que nem uma tonta. Ala.

Sinistro: Qual foi? Parece retardada. - neguei com a cabeça, e ela me olhou fazendo uma careta.

Jade: Aí Sinistro, me deixa! Euem. Chatão você!

Sinistro: Chatão é minha rola, rapá. Da uma sugada aqui.

Sua cara mudou na hora, e ela deu um sorriso de lado negando com a cabeça.

Jade: Você é fraco! Passo a língua no teu pau, tu já goza.

Olhei pra ela serinho mesmo, e quando fui pra cima, ela levantou da cama e saiu correndo para o outro lado do quarto.

Ala, tava me tirando mesmo!

Sinistro: Tu vai ver quem é fraco já, já pô. - apontei o dedo pra ela, e a filha da puta sorriu outra vez. - Vou tomar um banho que eu ganho mais.

Jade: Já tava na hora, né?! Todo fedido aí, credo. - fez careta, e eu respirei fundo, indo na direção do banheiro.

Filha da puta tava muito pra frente nesses tempos, pô. Tava entendendo não, ala.

Merecia uns tapão pra aprender e já tava chegando no limite mesmo.

Entrei no banheiro já tirando a roupa, e abri o chuveiro, entrando de baixo da água.

Tava tomando um banho quentão mesmo, já que hoje tava um frio da porra, pô.

Fechei meus olhos por um momento, esfregando minhas mãos no rosto, e só senti duas mãos geladas na minha cintura.

Sinistro: Caralho, essa mão gelada aí, parceira. - olhei pra trás por cima do ombro, e ela me ignorou, encostando a cabeça nas minhas costas. - Ó, melhor tu sair daqui em.

Jade: Fica quietinho aí, Rafael. - pediu baixo, e eu bufei, nem falando mais nada.

Ficamos desse jeito com ela agarrada em mim por maior cota, até que eu me virei de frente pra ela.

Sinistro: Tá querendo o que?

Jade: As vezes eu acho que você é sonso, sei lá. - me olhou, e eu revirei os olhos. - Tu não disse que eu ia ver quem era fraco aqui? Então pô, mostra aí.

Dei um sorrisinho de lado negando com a cabeça, nem acreditando nessa maluca. Doidona mesmo.

Mas eu nem disse mais nada, só agarrei nos cabelos dela, e a garota já entendeu. Se abaixou na minha frente, e já pegou no meu pau, começando a punhetar devagar.

Enquanto sua mão subia e descia por meu pau, ela me olhava com aquela cara de quem não vale porra nenhuma. E na moral? Essa porra acabava comigo, pô.

Passou a língua pela cabeçinha, e eu fechei meus olhos, suspirando alto.

Jade ficou passando a língua por ele, por maior cota, até que enfiou meu pau todo de uma vez em sua boca.

Abri meus olhos na hora, forçando mais sua cabeça até aguentar garganta profunda.

Xingava ela baixinho, e a garota só representando ali.

Ela passava as unhas devagar pelas minhas bocas, ainda me chupando, com o olhar preso no meu.

Ala, desse jeito não aguento mesmo, pô, que isso...!

Meu pau já tava pulsando pra caralho dentro da boca dela, e ela percebeu, que começou a chupar mais rápido.

Acabei gozando na boca dela, e a menina engoliu tudo, com a maior cara de safada mesmo. Ala.

Puxei ela pra cima pelos cabelos, colando nossas bocas. Ela agarrou meu pescoço, intensificando mais o nosso beijo, e arranhou minha nuca.

A água quente do chuveiro ainda caia na gente, mas não atrapalhava em porra nenhuma.

Ela se afastou um pouco de mim, já virando de costas, se apoiando na parede. Abriu mais as pernas, se empinando, e eu nem bobo, já me abaixei atrás dela, dando dois tapões em sua bunda.

Passei dois dedos por sua buceta, que já estava toda melada. Abri mais as pernas dela, já metendo a língua em seu clitóris.

Ouvi ela gemendo baixinho, e aquilo só me fez forçar mais a língua ali, esfregando meus dedos também.

Jade: Rafael...

Chamou pelo meu nome no meio de um gemido, e eu já fui metendo os dois dedos dentro dela. Passava a língua com força e rapidez em sua buceta, e já estava sentindo a mesma pulsar.

Seu clitóris já estava inchado pra caralho, então já percebi que ela estava quase gozando.

Sinistro: Goza pra mim, pô, vai...- pedi, dando outro tapa na bunda dela.

E depois disso não demorou nem mais cinco minutos, senti ela gozando na minha boca e nos meus dedos.

Me levantei tirando meus dedos de dentro dela, e ela virou o rosto por cima do ombro, me olhando de lado.

Passei meus dois dedos que estavam melados do gozo dela, em sua boca. Jade passou a língua devagar, fechando os olhos por alguns momentos.

Ver aquilo ali só me deu mais tesão, e a vontade de foder essa mulher logo, só aumentou.

Fiquei atrás dela outra vez, segurando firme em sua cintura, com apenas uma mão. Com a outra, eu segurei em meu pau, encaixando na buceta dela.

Esfreguei ele ali na entrada dela por alguns minutos, só ouvindo ela xingar baixinho, praticamente implorando pra ir logo.

E assim que entrei nela, entrei com tudo, fazendo ela gemer alto, jogando a cabeça pra trás.

Segurei em seus cabelos outra vez, puxando os mesmos com força, que a cabeça da mina até inclinava pra trás.

Fodia ela com força mesmo, mas devagar. Dava alguns tapas em sua bunda, enquanto com a outra mão ainda puxava seus cabelos.

Jade gemia alto pra caralho, mas de um jeito gostosinho, que só me dava mais tesão, me fazendo ir com mais força nela.

Sussurrava vários xingamentos para ela, que fazia a mesma rebolar em meu pau, pedindo pra ir mais rápido.

Ala, aguentava muito desse jeito não. Mulher representa demais pô, de um jeito que acaba com qualquer um, inclusive comigo!

Diário de um DetentoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora